Uma campanha de políticas públicas
Publicado em 09/03/2019

Editorial

Todos os cidadãos têm direitos assegurados, pelos menos é o que reza a Constituição. Mas na prática isso não funciona como deveria ser. Em se tratando de poder público, é bom ressaltar a importância de os gestores estarem atentos às necessidades de tantas famílias que vivem em situação de pobreza extrema. A implantação de políticas públicas, no sentido de se buscar fazer, sempre o melhor para a população é dever das três esferas públicas – municipal, estadual e federal. Com olhar focado na realidade do Brasil, sempre que escolhe o tema da Campanha da Fraternidade, a Conferência Nacional do Bispo do Brasil (CNBB) leva em conta os anseios e necessidades do povo – em especial aqueles que mais carecem de atenção. A campanha, que acontece todos os anos, chama atenção da sociedade para situações que clamam por mais justiça. O objetivo é envolver todos nessa ação, independente de credo religioso. O tema da campanha deste ano – é Fraternidade e Políticas Públicas. Nesta semana, o jornal Folha do Sul publicou reportagem sobre o lançamento da Campanha da Fraternidade. O pároco da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, frei Álvaro Bordignon, comentou que a CNBB, dedica esse tempo para que a realidade atual seja transformada à luz da palavra de Deus. O religioso lembrou da situação de tantas pessoas que hoje vivem de forma desumana e que o tema proposto pela conferência é um chamado de atenção para que os brasileiros e também os líderes responsáveis olhem com mais atenção para a realidade daqueles que vivem em vulnerabilidade social.  A CNBB chama atenção para o fato de que as políticas públicas consistem nas ações discutidas, decididas, programadas e executadas em favor de todos os membros da sociedade, especialmente para os mais necessitados. Portanto, não devem ser de responsabilidade somente dos governo, mas de todos na elaboração e concretização de ações que visem melhorar a vida de quem mais necessita.

Tema foca na realidade do Brasil

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