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SOCIAL 24 DE JANEIRO
Publicado em 23/01/2020

Social

Foto: Divulgação/FS

Ana Paula Barbiere, Renata Barbiere, festa de 15 anos, sábado (25), no Cantegril Clube, clic Eduardo Silva

TODO  colunista social, vez e outra, emprega uma expressão do “inventor” Ibrahim Sued, morto em 1º de outubro de 1995. “Sorria, sorria, três vezes por dia”, uma das pérolas do papa do colunismo brasileiro. “Quarenta anos de colunismo e otimismo em Bagé”, vou completar em março. Qualquer dúvida a respeito disso, perguntem ao jornalista José Higinio Gonçalves, que ele vai confirmar; meu primeiro editor, muito me ensinou. Antes, Carlos Eduardo Pavani e Luizinho de Grande, mais isso é outra história. O tempo passa, a gente aprende a viver e a envelhecer também, meus queridos!

CORRIGINDO informação da social de sábado passado, Maria Eduarda Goulart Cedro namora Marcos Messias, o irmão do Igor Messias; aliás, admiro muito estes dois guris, supereducados e atenciosos... VOLTANDO ao Ibrahim Sued, é autoria dele, uma marca registrada, este eufemismo: “Não convidem para a mesma mesa fulano e beltrano”, para noticiar o rompimento entre duas pessoas. Imaginem esta frase no contexto atual.

AS COLUNAS sociais ganharam, a partir dos anos 80, nova configuração, transcendendo o mundanismo  e  passando a noticiar todo tipo de assunto. O olhar passou do meramente social para “outras coisas”. Apenas manteve o cuidado com a lapidação do texto como encontrar a palavra certa, acertar a vírgula, etc e tal.  

PRESENTE  que ganhei de Natal, “Dicionário: Um Domingo Ensolarado”, poeta  Luiz Coronel, apresentação do Grupo Zaffari diz: “Tenha em suas mãos um livro universal em sua regionalidade, emoldurado na lucidez, marcado pela leveza, erudição e também pelo fino humor.” Esta obra será lançada, oficialmente, em abril. Aplausos!

“LUIZ Coronel: A verde voz do pampa  brasileiro”, opinião  do escritor Antônio Maura...  “Luiz Coronel, Parceiro e Amigo”, Fafá de Belém conta que, em 1976, comemorou o aniversário dela, 20 anos, na casa do poeta e a partir daí os laços de família não souberam parar de crescer. Luiz Coronel a presenteou com um musical: “Leontina das Dores” – uma mulher forte, dramática, resoluta, menina, moça, mulher na voz de Fafá. Aplausos!

ESTE É O MEU CORONEL, texto, página 61, traz assinatura do ex-governador, Pedro Simon... POETISTA, Luís Fernando Verissimo, página 91: “Coronel altera entre a alquimia e arqueologia e é competente nos dois ramos. Com ele, chegamos ao ouro e a revelação em poucas estrofes e com uma frequência rara...”  CORONEL: A Palavra e sua Intrínseca  Melodia”, página 117, por José Fogaça.

EM página inteira, José Francisco Botelho: “[...] O poema de Luiz Coronel  não se resume a delinear datas, fatos, entreveros, mas faz o traçado das ideias, dos modos e até mesmo das modas que compunham o período.  Contrapondo as  casacas de corte europeu ao poncho e pala dos peões. Coronel evoca das cerração dos anos essas criaturas e essas peripécias cuja sombra nos chegou pelo encadeamento da memória coletiva, mas que só a mão do artista pode impor à realidade. A poderosa imaginação de Coronel vivifica o rastro da história e lhe confere aquela qualidade sem a qual  nenhum relato nos foca a alma: o efeito de verossimilhança”, [...].  

LITERATURA é a vida em silencioso convívio com a confidência secreta que se oculta em cada livro”, continuarei na próxima edição... ANTOLOGIA poética do Cultura Sul será lançada em abril é o que assegura a diretora Ada Maria Machado Guimarães. Aplausos!  

FESTA para 350 convidados nos 15 anos das gêmeas  Ana Paula Barbiere e Renata Barbiere, sábado (24), no Cantegril Clube. Os pais, Maristela e Sérgio Barbiere, de coração em festa. Os registros fotográficos serão de Eduardo Silva. Aplausos!   

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