SOCIAL 11 DE FEVEREIRO
Publicado em 11/02/2020

Social

Foto: Divulgação/FS

Elianinha Silveira, Eliana Silveira, no happy hour, sexta-feira (7) na Leb

CARNAVAL: “No tempo das marchinhas”, Centro Histórico de Santa Thereza, sábado passado, lo-ta-do, gente que chegava o tempo todo, avenida Visconde Ribeiro Magalhães congestionada de carros, estacionados no Parque do Gaúcho, seus ocupantes seguiam em procissão ao local do baile, cena bonita de ver e viver. Tudo na mais perfeita harmonia, alegria e confraternização. 

ESTE baile de carnaval, queiram ou não, foi tudo que restou daqueles carnavais de antigamente e ponto final. A banda Lira de Santa Thereza, formada pelos músicos do Imba, merece aplausos em pé. Parabéns ao maestro Lucas Barres, soube escolher repertório supimpa, uau! Também aos músicos pela excelente performance; ao Fábio, do som e da iluminação.  

MESMO sem a romântica disputa entre o Pierrô e o Arlequim pelo amor da Colombina; mesmo sem os confetes e as serpentinas, muito menos o lança perfume (que era apenas para ser lançado uns nos outros e refrescar um pouco as meninas, não para ser inalado, ele significava uma delicada e bonita confraternização), este baile de carnaval em Santa Thereza conta com prestígio de parcela expressiva dos bageenses. Detalhe, todas as classes sociais e todas as idades confraternizam juntas, de igual para igual. Isso merece aplausos!   

NÃO apareceram: odaliscas, baianas ou tirolesas, porém as ingênuas marchinhas e os sambinhas de letras inocentes mantiveram a quadra central lotada e animada das 20h às 24h, quando terminou o baile os foliões pediram mais: “Linda flor da madrugada, não desprezemos as nossas tradições.” No caso dos carnavais em Santa Thereza, que ele evolua para melhores comemorações. O cabeleireiro Álvaro Paredes vestiu-se à Charles Chaplin, de cartola e bengala, foi aplaudido e recebeu troféu com máscara veneziana.

SEM disfarçar o contentamento diante tanto sucesso, sinal de prestígio e reconhecimento pelo trabalho daquela Associação de Amigos, Marilu Teixeira e Sapiran Brito, Zeca Brito eram felicidade plena; o cineasta, diretor e roteirista interpretou com perfeição o personagem “o vendedor de pastel”. Ah, vendeu muitos, quem lhe pedia uma selfie ao lado dele, Zeca solicitava apenas que lhe comprassem um pastel, vendeu feito água, oba!

QUEM trabalha voluntariamente no Centro Histórico de Santa Thereza, um espaço público, que integra a Secult, tem muito do que se orgulhar ao ver o resultado positivo de tanto trabalho. Detalhe, os foliões entenderam a proposta e não levaram cerveja e nem lanche de casa, todos compraram lá e que gente que bebeu, comeu pastel, se divertiu e colaborou, oba! Perguntem ao Sr. Hegineo Souza, um dos encarregados de supervisionar o serviço de copa. Era por volta das 23h, quando escutei Lala Cardoso Pêgas pedir mais agilidade na cozinha; o público consumia pastel sem parar.   

AS atividades sociais e culturais em Santa Thereza podem não ser as campeãs em números de participantes, muito menos em arrecadação de patrocínios, mas sempre serão as campeãs de prestígio na opinião de um público qualificado e bem informado; pessoas exigentes, que não se contentam com improvisos, meus queridos! “Pode não ser a sua opinião, pode não ser a melhor opinião, mas esta é uma coluna com opinião.”

OUTRO SUCESSO na noite local, Parrillita São Bento, do Pablo Meira Costa e Eloni Monteiro; recém-inaugurou e já tem fila de espera por uma mesa desocupada, funciona apenas para o jantar. Sábado, Enora Caminha Valls, Elianinha Silveira, Guida Collares e Luís Eduardo Silva dividiam mesa na Parrillita. Aplausos!

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