Simvet reforça importância de ações para aquisição de status como zona livre de aftosa
Publicado em 19/05/2020

Rural

Foto: Fernando Dias/EspecialFS

Pelo menos 90,09% do rebanho de bovinos e bubalinos do Estado foi imunizado entre março e abril

O Sindicato dos Médicos Veterinários no Estado do Rio Grande do Sul (Simvet/RS) divulgou nota, ontem, em que destaca a avaliação positiva das ações feitas pela Secretaria da Agricultura do Estado, na busca dos itens necessários para ter direito ao status de livre de febre aftosa. A entidade mantém posicionamento de apoio à retirada da imunização desde que sejam seguidos os requisitos preconizados pelo Ministério da Agricultura, especialmente no que diz respeito à fiscalização.

Sugestões
Segundo o diretor do Simvet/RS, João Junior, a Secretaria da Agricultura está buscando completar os 18 itens apontados pelo Ministério da Agricultura, como a compra de veículos e a contratação de cerca de 150 auxiliares administrativos. O sindicato também sugere alguns itens que podem ser agregados, como o uso de drones para auxiliar na fiscalização e a rastreabilidade dos bovinos para fazer parte do marketing da carne gaúcha. “Alguns pontos precisam ser revistos ainda o preço pago de indenização aos produtores rurais, pois caso tenha novo caso de febre aftosa, este custo está defasado", ressalta João Junior.

Números da última etapa
Na última etapa de vacinação, ocorrida entre março e abril, pelo menos 90,09% do rebanho foi imunizado, conforme a Secretaria da Agricultura, número que pode aumentar devido ao prolongamento do prazo de confirmação das vacinas até o último dia 30 de abril. Desde 1º de maio, a vacinação e comercialização da imunização contra a febre aftosa foram proibidas no Rio Grande do Sul.

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