Secretário afirma que pasta tentará manter Expointer em data tradicional
Publicado em 05/06/2020

Rural

Foto: Emerson Foguinho/especial

Covatti Filho em participação de programa da Federasul

Em participação virtual no programa Tá na Mesa, da Federasul, na quarta-feira, o secretário de Agricultura do Rio Grande do Sul, Covatti Filho, disse que a Expointer, por enquanto, está mantida para as datas oficiais de 29 de agosto a 6 de setembro. Há alguns dias, representantes da pasta já discutiam a possibilidade de realizá-la no mês de setembro, sem data definida. “No atual cenário, damos garantia de que nossa Expointer vai sair. Se tiver que ser adiada, será até o fim de setembro, porque em outubro já começa a safra de verão”, explicou. Para viabilizar a feira, mais de 40 licitações começaram a ser organizadas.
O secretário frisou que o planejamento da Expointer está sendo realizado em conjunto com a Secretaria Estadual de Saúde, para garantir a segurança de todos os envolvidos. “Estamos fazendo o mapeamento de todos os processos dentro da feira e elaborando um plano de contingência em conjunto com a Secretaria da Saúde, observando espaçamentos maiores entre estandes e nos dormitórios, medição de temperatura dos visitantes, entre outras ações. Estamos fazendo de tudo para preservar a saúde dos trabalhadores e visitantes”, ressaltou.

Febre aftosa

Conforme Covatti Filho, no momento, pelas etapas finais de adequação aos 18 apontamentos levantados pela auditoria realizada pelo Ministério da Agricultura no ano passado, para avaliar as condições do Rio Grande do Sul para a retirada da vacinação. “Já cumprimos 12 desses apontamentos. Agora, estamos trabalhando na contratação de 150 auxiliares administrativos para ampliar o quadro de pessoal e liberar os fiscais para a fiscalização. Também está em condução a aquisição de 100 veículos, sendo 72 deles pelo Estado e 28 pelo governo federal”, enumerou o secretário. Uma nova auditoria deve ser realizada em agosto deste ano, para confirmar a retirada da vacinação ou levantar novos pontos de adequação. Segundo o secretário, a retirada da vacinação poderá resultar uma economia de R$ 214 milhões ao ano para os produtores, levando em conta os custos das doses, a logística de distribuição, a mão de obra e a perda de peso dos animais por reação à vacina.

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