Secretaria da Agricultura trata de retirada da vacinação contra a febre aftosa
Publicado em 05/02/2020

Rural

Foto: Fernando Dias/EspecialFS

Evento discutirá evolução do status sanitário do Estado

O “RS sem vacinação contra a febre aftosa” é o tema de seminário que será realizado no próximo sábado, das 9h às 11h, durante o 33º Rodeio Crioulo Internacional de Vacaria. O encontro é organizado pelo Departamento de Defesa Agropecuária da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr). O secretário Covatti Filho participará do encontro para explicar sobre a evolução do status sanitário do Estado.

Entre os objetivos do evento, a discussão do Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (PNEFA), o compartilhamento de responsabilidades e o fortalecimento de parcerias entre os agentes envolvidos e o debate das condições sustentáveis de garantias do status livre de aftosa sem vacinação.

Ações

A Seapdr apresentou no final de janeiro as ações que deverão ser tomadas para que o Rio Grande do Sul possa evoluir o status sanitário para zona livre de aftosa sem vacinação. As medidas seguem 18 recomendações apontadas pelo Ministério da Agricultura no relatório da auditoria realizada em setembro do ano passado.

Entre as recomendações do Mapa, está a reorganização do quadro de pessoal para que os fiscais agropecuários sejam retirados de atividades administrativas e se dediquem integralmente à fiscalização e a atualização da frota de veículos da Secretaria. As outras recomendações incluem modernização e ajuste do Sistema de Defesa Agropecuária; padronização no cumprimento da legislação; incremento da fiscalização volante; elaboração de estratégia para funcionamento dos postos fiscais; incremento na fiscalização de eventos com aglomeração de animais; cumprimento de metas dos programas de sanidade animal; atividades de educação em saúde animal e maior participação do serviço veterinário oficial nas ações do SUS.

Até o momento, no Brasil, apenas os estados de Santa Catarina e Paraná conquistaram o status sanitário de zona livre de aftosa sem vacinação.

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