Quando o melhor é ficar de boca fechada
Publicado em 24/03/2020

Política

Os panelaços contra o presidente Jair Bolsonaro foram o elixir para a oposição oportunista sair da toca e fazer política barata, em pleno avanço da pandemia do coronavírus. Que as atitudes do presidente envergonham os brasileiros e os deixam indignados, isso ninguém pode negar  - concordar é como  jogar para baixo do tapete, como fazem os incautos que o defendem a ferro e fogo. Mas usar essa insensatez do mandatário maior do país, não deve assanhar a turba opositora que, por sua vez, coloca um combustível para inflamar a sociedade por meios das redes sociais. O momento requer dos políticos eleitos, que estão à frente das administrações, que sejam proativos, de ações e atitudes austeras frente ao avanço dessa doença que deixa a todos estupefatos.
Se os gestores não agem, o povo critica, se vão para a linha de frente, também são criticados. Ou seja, isso mostra que esses que ficam só teclando não são nada mais do que oportunistas, com um único objetivo, a política baixa e vil.  Ao invés de ajudar e apontar soluções, esses críticos estão furiosamente sentados teclando num computador e num celular, com receitas para todos os problemas. E assim tem sido em Bagé também. Enquanto os gestores estão na linha de frente como é o dever, pois, para isso, foram eleitos, um bando - resguardado em casa - fica teclando furiosamente, chamando de “oportunista e populista”. Se não faz, é omisso; se faz, é atacado. Se não for para ajudar, é melhor ficar de boca fechada, para não espalhar o vírus da maldade que também mata. Se não arregaça as mangas para ajudar, não atrapalha.  

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