Pesquisadores trabalham contra o vírus
Publicado em 06/06/2020

Política

Muitas informações sobre o trabalho da ciência mundial em busca do remédio adequado no combate ao vírus. Mais de 30 medicamentos, usado no combate a outras doenças, são testados e indicados. Primeiro, no caso do Brasil, são medicamentos já aprovados pela Anvisa e que dependeria do médico prescrever. Mas o que afirmam alguns cientistas e médicos especializados na área é que, em alguns casos, já estão sendo usados com sucesso. Tem curado pessoas acometidas ou com sintomas do coronavírus. Aqui no Brasil, por exemplo, se acompanharmos o percentual de pacientes curados, em relação aos casos confirmados, o percentual é altíssimo. Mas nenhum médico, que consegue a cura dos pacientes, informa qual medicação foi aplicada. Por que será? É a pergunta que venho fazendo. Pode ser a ‘ética médica’ que está sendo respeitada pelos profissionais da saúde. Agora, se há cura, é sinal que os remédios aplicados fizeram efeito. Para chegar a essa conclusão, não é necessário ser médico. Basta seguir o noticiário. Se os pacientes foram curados é sinal que o medicamento surtiu efeito. Como em qualquer enfermidade, tem remédios que servem para uns, mas não para todos. Este debate vai continuar. Agora, que nenhum cientista nega a urgência de ser descoberta uma vacina, isso é quase unanimidade. Tenho afirmado neste espaço que a ciência segue pesquisando, desde que surgiu o vírus, em busca de uma vacina. Acaba de ser comprovado na matéria que li e transcrevo para os leitores.

Vacina contra vírus está sendo produzida

Ensaios clínicos com humanos começaram no final de abril no Reino Unido e devem ser realizados este mês no Brasil. A íntegra da matéria, publicada pela BBC, foi reproduzida em diversos jornais brasileiros. Leia: “O grupo farmacêutico britânico AstraZeneca afirmou nessa sexta-feira (05/6), que espera para setembro os resultados sobre a eficácia da vacina contra o coronavírus, em que está trabalhando com a Universidade de Oxford. Em setembro, devemos saber se temos ou não uma vacina eficaz". Mas o que me chamou atenção, com muita satisfação, se diga de passagem, foi a seguinte decisão: “Para ganhar tempo, foi decidido não esperar pelos resultados antes de começar a produção. Estamos começando a produzir esta vacina agora, pois tem que estar pronta para quando tivermos os resultados". Ora, se começam a produzir é sinal que os cientistas têm certeza que a vacina já está aprovada. Cá para nós, é um risco financeiro muito alto. Já imaginaram se a produção tiver que ser descartada, casos os testes que vêm sendo realizados, não confirmem a eficácia. Os cientistas respondem: “É a única maneira de ter uma vacina disponível rapidamente, enquanto se confirma a eficácia”. Até redes de distribuição da vacina estão sendo contratadas. Uma delas é o instituto Serum, da Índia, para entrega de um bilhão de doses aos países de baixa e média renda. Estão preparados para dobrar a produção. Ou seja, dois bilhões de vacinas. São quase um bilhão de dólares investidos. Ninguém aplica esta quantia de dólares se ‘não tiver convicção que a vacina já está aprovada pela ciência’. A notícia é alvissareira e visa também diminuir o ‘pânico’ que atingiu a população mundial, principalmente os países com índice cultural baixo. Ou aqueles países que colocam ‘a política’ acima da ciência. Concordam?
Anvisa informa a falsificação de remédio
Até parece que, cada vez que se dá notícia como a que encabeça a coluna de hoje, a Vigilância Sanitária do Brasil, informa o crescimento de remédios falsificados’ na “pátria amada’. Leia o corpo da matéria transcrita da coluna de Vicente Nunes, no CB: “Diante do forte aumento da falsificação de medicamentos em todo o país, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu soltar um alerta para a população, que tem pouco conhecimento para diferenciar o que é verdadeiro ou não. Em 2018, foram registrados três casos; em 2020, já são cinco”. Muitos medicamentos falsificados vêm de fora do Brasil. Em nota, a Anvisa aponta cuidados que pacientes, unidades hospitalares e estabelecimento de assistência à saúde devem tomar para importar diretamente medicamentos, sobretudo nesses tempos de pandemia do novo coronavírus. Conclusão: a Vigilância Sanitária não tem meios para evitar a comercialização de medicamentos falsos.  As investigações mostram que as falsificações acontecem, principalmente com medicamentos de alto custo. Então é a ‘classe alta’ que pode ter acesso. Pergunta: Por que não criam lei para punir quem vende? Não é, pelo visto, vendido nas bancas de revistas, muito menos de porta em porta. Tem coisa que não passa pela cabeça. Livre pensar é só pensar. Pense bem. Certo?

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