Pelo fim dos privilégios nos órgãos públicos
Publicado em 20/02/2020

Política

Em uma união multipartidária, foi lançada a Frente Parlamentar de Combate a Privilégios no Serviço Público,  na Assembleia Legislativa. A primeira medida é uma ação popular relacionada a pagamentos de benefícios a conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE). No entanto, o colegiado se estenderá a outros órgãos públicos.
A ação popular, encabeçada pela bancada do Partido Novo, é referente à contagem de tempo para o pagamento das licenças-prêmio aos conselheiros do TCE. A frente é composta pelos deputados estaduais Sebastião Melo (MDB), Any Ortiz (PPS), Giuseppe Riesgo (Novo), Frederico Antunes (PP), Rodrigo Lorenzoni (DEM), Airton Lima (PL), Zilá Breitenbach (PSDB), Mateus Wesp (PSDB), Fran Somensi (Republican), Tiago Simon (MDB), Silvana Covatti (PP), Sérgio Turra (PP), Elton Weber (PSB), Fábio Ostermann (Novo), Issur Koch (PP), Vilmar Lourenço (PSL), Francine Bayer (PSB), Pedro Pereira (PSDB), Luciano Zucco (PSL), Dalciso Oliveira (PSB), Sergio Peres (Republicanos). O presidente do colegiado é Sebastião Melo.
Partidos de esquerda foram vetados no colegiado. As bancadas do PSOL, PT e PDT emitiram uma nota informando que procuraram os proponentes da  Frente Parlamentar de Combate aos Privilégios para subscrever a proposta e receberam um veto como resposta, “contrariando o que diz a própria resolução da Assembleia Legislativa, de que as frentes são pluripartidárias”. 

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