Os “traídos” pelos prazos eleitorais
Publicado em 03/07/2020

Política

A aprovação do adiamento da data da eleição para novembro causou uma reviravolta em razão dos prazos eleitorais. Os atingidos em cheio foram os que ocupavam cargos de confiança nos governos e tiveram que sair dia 30 de junho, por exigência do calendário eleitoral, já que são pré-candidatos, seja para vereador ou prefeito.
Ocorre que agora com o adiamento do pleito e, portanto, alteração dos prazos, vários deles acabaram sem emprego. É o caso de alguns cargos que eram ocupados na prefeitura. Entre os que saíram estão as coordenações do Procon, da Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) e do Centro Social Urbano.
Os comunicadores de rádio e televisão que pretendem concorrer também tiveram que abandonar o microfone por imposição do calendário eleitoral anterior a mudança do pleito.

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