Gestores foram eleitos para apresentar soluções e não problemas
Publicado em 10/12/2019

Editorial

O Natal se aproxima e o período é de incertezas para milhares de servidores públicos estaduais. Esta semana e a próxima são decisivas para o pacote do governo de Eduardo Leite que mexe com a vida do funcionalismo, principalmente o magistério. Professores estão em greve há dias, esse é um problema que afeta a vida dos profissionais e de milhares de estudantes gaúchos. O magistério é uma das classes mais judiadas. Enquanto isso, outras categorias ganham altos salários. Que precisa ser feita alguma coisa para equilibrar a situação financeira do Rio Grande do Sul todo mundo sabe, mas é necessário que os gestores que ocupam o Palácio Piratini busquem outras alternativas para sanar essa sangria do Estado, que vem sofrendo governo após governo e nada foi feito. São muitas as famílias que dependem desse salário. Na esteira da crise financeira do Estado, prefeituras se equilibram na ponta da espada para tentar pagar o que devem. O tempo urge e gestores foram eleitos para apresentar soluções e não problemas a quem os elegeu. Mas, no Brasil, a roda gira ao contrário e quem sempre paga pela inoperância da pesada máquina pública é o trabalhador.

O contribuinte paga pesados tributos e não recebe em troca o serviços que lhes são de direito. Quem precisa de um tratamento de saúde, por exemplo, que o diga. As carências são muitas por parte de governantes que deixam a desejar na prestação de serviços a sociedade. Não adianta ficar arrumando desculpas, quem senta na cadeira do poder tem que arcar com as responsabilidades do cargo que lhe foi conferido pelo voto na urna.

Deixe sua opinião