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Fragmentos políticos
Publicado em 09/10/2019

Política


Na edição de hoje, na coluna Papo de Elevador, Gladimir Aguzzi, que faz os opositores destilar ódio e outros invejar o que ele escreve, traz à tona lembranças preciosas no que diz respeito à imprensa de Bagé e aos políticos. Aguzzi causa essa agitação, porque há anos escreve e conhece os meandros políticos como poucos – além dele, um ou dois têm esse conhecimento. Sim, um ou dois têm a capacidade de fazer a contextualização do ontem com o hoje. O colunista vive no meio político e passou por vários jornais de Bagé, para inveja de muitos. Contextualizar os fatos com exatidão, argumento e fundamentação é para poucos. A diferença hoje é o barulho das redes sociais. Ah, se elas existissem naquele tempo em que o colunista se refere como era a relação dos políticos do poder com a imprensa.

Cavalo enterrado na barragem
Na efervescência que estão os debates políticos nas sessões do Legislativo, em resposta aos adversários políticos, a vereadora Sonia Leite (PP) elencou fatos ocorridos em gestões do PT quando esteve à frente da prefeitura e citou o caso de um cavalo que foi enterrado na taipa de uma barragem. Ela contou que recebeu a denúncia num sábado ventoso e se dirigiu até o local, acompanhada de outro vereador, para averiguar o caso. Quando chegaram na barragem, eles se depararam com a cola do animal para fora da cova e o resto enterrado junto à água que abastece a cidade.

Letra despenca no plenário da Câmara
Em tempo de acirramento político até uma letra despencou do letreiro onde diz: Plenário Lígia Almeida, na Câmara de Vereadores. O caso aconteceu durante audiência que tratou sobre a violência contra a mulher. A letra caiu bem próximo à bancada onde estavam umas painelistas do evento.

 

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