Agricampanha
Dirigente de associação atualiza sobre situação de lavouras em Bagé
Publicado em 14/01/2020

Rural

Foto: Arquivo/FS

Gesiel Porcíuncula dos Santos destaca momento ainda favorável para culturas

Perto de completar os primeiros 15 dias de janeiro, e com a situação de ocorrência de chuvas bem distante do normal para o período, muitos produtores rurais estão apreensivos que a mesma situação que ocorre em outras regiões, também aconteça na Campanha, com o registro de uma estiagem mais intensa.

Para descrever o atual estágio das safras agrícolas na região de Bagé, foi consultado o produtor rural e presidente da Associação dos Agricultores da Região da Campanha (Agricampanha) Gesiel Porciuncula. Ele salienta que, até o momento, não pode se dizer se haverá perdas nas safras, em especial da soja e do arroz, devido à falta de chuvas. “Nesse momento não temos perca, pois após o Natal e o primeiro de ano, ocorreram chuvas em algumas regiões e, na sexta-feira, teve lugares em que choveu até 90 milímetros; 30 milímetros e 12 milímetros, então o que a gente vê é que a chuva está pegando, regional, mas está acontecendo. Nossa expectativa é que ela aconteça mais parelha”, comenta o dirigente.

No arroz, Porciuncula frisa que a safra está em panorama bom. “Atrasou a primeira parte de trabalhos na lavoura e, a segunda parte, atrasou o plantio, porém  as lavouras estão em um patamar bom. A preocupação maior do setor é com o preço, que hoje está em uma média de R$ 50 a saca, mas a preocupação dos produtores é se esse preço vai ser segurado na colheita. Dessa forma, acreditamos numa safra boa para o arroz, o estoque de pastagem está baixo, tomara então que possamos conseguir um preço bom nessa safra”, diz Gesiel Porciuncula, presidente da Agricampanha.

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