De Bem Imóveis comemora 10 anos
Publicado em 21/06/2013

Vitrine Empresarial

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Equipe aposta no atentimento com qualidade

No ano em que completa 10 anos, a De Bem Imóveis comemora a ampliação de uma proposta que obteve êxito e, atualmente, tornou-se um verdadeiro indicador da economia de Bagé. O proprietário Luiz Guarani de Bem, que já era corretor, mas não exercia a função, recorda que abriu a imobiliária em 8 de janeiro de 2003, depois de abandonar a vida pública.
De Bem Imóveis tem foco na venda e administração de imóveis urbanos e propriedades rurais. Trabalhando com o filho Marcelo de Bem, o irmão Sepé de Bem e uma equipe qualificada, Guarani avalia o mercado e procura atender as necessidades de seus clientes. Segundo ele, em relação aos imóveis urbanos, a maior procura é por aqueles que se enquadrem no programa Minha Casa Minha Vida, do Governo Federal.
“Há uma certa saturação de imóveis para venda e locação, devido aos inúmeros empreendimentos colocados no mercado. Mas já começou um aquecimento de novo, provocado por uma nova demanda”, destaca Luiz Guarani.

Soja alavanca arrendamentos
Na zona rural, a maior procura recebida pela imobiliária é de campo para arrendamento, para o plantio de soja. O empresário explica que não há uma faixa fixa de preço, que varia conforme a localização, o tamanho da propriedade e o tipo de negociação fechada. O proprietário e o arrendatário podem, por exemplo, acertar que o campo vai ser entregue com pastagem, o que barateia o arrendamento. Geralmente, o preço é acertado em sacas do produto: de quatro a 10 por hectares.
A soja também tem norteado a venda de propriedades rurais. “A soja é uma realidade, vem se incorporando ao que nós já tínhamos, com variedades adaptadas ao nosso clima, e a produtividade se equipara aos municípios sojeiros por excelência”, argumenta Guarani.
O preço dos campos destinados à soja, na região, varia de R$ 8 mil a R$ 12 mil o hectare, enquanto, nas regiões tradicionais, como Cruz Alta, Carazinho e Júlio de Castilhos, o custo do hectare chega a R$ 35 mil ou R$ 40 mil. Na comparação pelo Estado, os produtores concluem que Bagé tem os campos mais baratos para a agricultura.

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