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CTG 93 comemora 67 anos de história
Publicado em 09/09/2019

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Foto: Arquivo/FS

Entidade é uma das pioneiras no Rio Grande do Sul

Nesta segunda-feira, o CTG 93 comemora os 67 anos de atividades ininterruptas. Para marcar a data, um dos principais nomes em tradicionalismo, Armando Azambuja, procurou a redação do jornal Folha do Sul para destacar a efeméride. Criado em 9 de setembro de 1952, a entidade tradicionalista da Rainha da Fronteira é a mais antiga do município e, ao longo de seis décadas de atividades, serviu de influência para outras agremiações que buscam a preservação da cultura e da história do Rio Grande do Sul, isso porque foi o segundo CTG fundado no Estado.

O CTG 93 não ficou restrito ao território gaúcho, mas também a outros estados do país e até no estrangeiro, conforme Azambuja. Ele recorda que nos anos 70, um grupo de danças típicas gaúchas do CTG 93 realizou apresentações no Rio de Janeiro, na Bahia, em São Paulo e no Estádio Centenário de Montevidéu, no Uruguai, entre outros locais. Conforme o tradicionalista, outros fatos marcantes realizados pela entidade estão nas “Gauchadas do '93'” que deram início, em 1972, à Semana Crioula de Bagé; isso sem falar no primeiro baile gaúcho realizado no Clube Comercial, iniciativa de autoria do CTG 93. Azambuja faz questão de enfatizar que: “nasceu dentro do CTG 93”. Isso porque o avô, coronel Armando Xavier de Azambuja, foi um dos fundadores, com o coronel Barroso Fagundes e Otto Ramos. Ele relata que a inspiração desses pioneiros veio da criação do CTG 35, criado por oito jovens estudantes no ano de 1948, em Porto Alegre.  “Além disso, foi o coronel Armando Xavier de Azambuja, que, ao saber que Jayme Azevedo da Silva Tavares regressava de Pelotas, onde tinha cursado Direito, o convidou para ser o patrão do CTG que acabara de ser fundado”, relata. Dessa forma, Azambuja reitera que se sente na obrigação de estar sempre divulgando a importância do CTG 93, a cada aniversário. "Está no meu sangue e o mais importante é mostrar para cada nova geração a importância dessa entidade para a manutenção do tradicionalismo. Se hoje temos tantos jovens nos CTGs ou cultuando as tradições pelas ruas da cidade é porque o CTG 93 há mais de seis décadas foi criado”, declara.

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