Cia. do Som amplia oferta em novo endereço
Publicado em 13/04/2013

Vitrine Empresarial

Depois de funcionar durante um ano na Galeria Glória, a Cia. do Som acaba de abrir uma nova loja na rua General Neto, suprindo uma necessidade do mercado de Bagé. O proprietário Renato Silveira Belém quer abastecer as eletrônicas da região e oferecer soluções em semicondutores. Os clientes encontram peças e acessórios para diferentes linhas de equipamentos, desde tecnologias antigas, como TVs de tubo, até as mais recentes.
Belém - que também trabalha com a esposa Lucinara e o filho Renan em carros de som - conhece bem o setor. A loja oferece peças para rádio, aparelhos de som e unidades óticas. Para TVs de tubo, há fly-back, uma peça bastante procurada. Controles-remotos para aparelhos de TV, Play II e Play III também estão entre os itens mais vendidos.
A variedade de plugs inclui modelos grandes e pequenos. São dezenas de opções, inclusive com preços que, segundo o proprietário, custam quase a metade do preço cobrado em lojas que atuam em mais de um setor.

Agilidade às eletrônicas
O objetivo é oferecer conforto e comodidade. “Buscamos produtos para que nosso público encontre a variedade e a qualidade que procura num único lugar”, salienta o empresário. A proposta da empresa é agilizar o trabalho das eletrônicas, entregando os pedidos a pronta-entrega. Se necessário, também é possível encomendar.

Ofertas e preços
A Cia. do Som tem unidade ótica para Play II a R$ 75 e bateria para telefone sem fio a R$ 12. As populares pilhas para controle-remoto de portão e de computador custam a partir de R$ 3,50. Renato Belém mostra ainda um multímetro analógico, que custa R$ 29, e um alto-falante automotivo, da marca Impacto, de 12 polegadas e 250 watts, vendido por R$ 170.

Parcelamento
A Cia. do Som parcela as compras nos cartões Vias, Mastercard, American Express, Diners e Elo.

Onde
Rua General Netto, 209
Fone: 3242 7574
 
Nota do Bom Negócio
Depois da elevação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), cujo índice acumulado em 12 meses passou de 6,50% para 6,59%, superando o teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), as luzes de alerta estão acesas. O preço do tomate, que aumentou mais de 200%, não é um caso isolado. O chuchu está 300% mais caro em algumas regiões e o consumidor encontra centenas de outros alimentos com o preço mais elevado no supermercado. Nas farmácias e postos de abastecimento, tudo aumenta. O que fazer? Voltar ao comportamento dos tempos de inflação: estocar e procurar estoques antigos e não remarcados. Esse é um comportamento que os jovens de hoje ainda não conheciam.
 

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