Bagé tem os preços dos combustíveis mais caros entre os três estados do Sul
Publicado em 09/07/2020

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Foto: Reprodução/FS

Questões logísticas, cotação do dólar e preços internacionais são os principais fatores para sucessivos aumentos

Após queda gradativa causada pela baixa demanda durante a fase inicial da pandemia por coronavírus, os preços dos combustíveis ao consumidor voltaram a subir e a gasolina comum registrou acréscimo de 3,38% no preço médio na bomba no período, entre 7 de junho e 4 de julho. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e também indicam que Bagé segue na liderança dos preços mais altos do etanol, diesel comum e diesel S10 no Estado. A pesquisa inclui 71 destinos entre os maiores centros populacionais do Rio Grande do Sul. Entre os três estados do Sul do Brasil – Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, a Rainha da Fronteira também é a campeã nos altos custos cobrados pelo etanol, gasolina comum, diesel comum e diesel.

De acordo com a pesquisa da (ANP), entre junho e julho, os preços médios, sem descontos nas bombas subiram 3,1% no etanol – de R$3,347 para R$4,482; aumento de 3,38% na gasolina comum – de R$4,594 para R$4,755; 1,48% no diesel comum – de R$3,589 para R$3,643; no diesel S10, variação de 1,43% - de R$3,706 para R$3,760; e por último, a menor variação no mês, no gás de cozinha, que aumentou 0,39% - 0,39%.

Na última parcial divulgada pelo órgão, Bagé fica fora do topo do indesejado ranking somente no preço do gás de cozinha, botijão tipo P13 kg - que variou de R$70,370 para 70,652.

Acréscimos sucessivos

Segundo o Portal G1, na semana passada, a Petrobras anunciou reajuste médio de 6% para o diesel vendido em suas refinarias, enquanto a gasolina aumentou 3%. Foi a terceira alta consecutiva no preço do diesel, combustível mais utilizado no Brasil, depois de reajustes de 7% no final de maio e de 8% em meados de junho. Para a gasolina, foi o sétimo aumento seguido, em tendência vista desde o início de maio, com a retomada gradual das atividades.

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