Artes e Ofícios acompanha evolução dos tacógrafos digitais
Publicado em 09/05/2013

Vitrine Empresarial

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Carvalho aposta na evolução do mercado

Trabalhando em novo endereço, a empresa Artes e Ofícios é um exemplo de acompanhamento da evolução tecnológica. Desde os tempos do fundador, Ademar Bastos Leite, que abriu o negócio em 1948, muita coisa mudou. Atualmente, o foco está nos equipamentos de última geração.
No começo, a Artes e Ofícios trabalhava com relógios e velocímetros. Em 1986, o neto do fundador, Jefferson Luiz Leite Carvalho, assumiu o negócio, direcionando o atendimento à demanda de tacógrafos, velocímetros, sensores de níveis e instrumentos automotores em geral. Hoje, a evolução tecnológica e as obrigações legais determinam o movimento.

Selagem de tacógrafos
A empresa se especializou em selagem de tacógrafos, padronizada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). O serviço garante que os caminhões tenham uma padronização de velocidade. Vans e alguns carros comerciais também usam o aparelho.
O cliente paga uma guia de recolhimento à União, no valor de R$ 149, em qualquer banco. A aferição custa entre R$ 90 e R$ 100, e não inclui possíveis reparos, que podem ser necessários.
“Hoje, há quatro ou cinco modelos de tacógrafos no mercado: o modelo mecânico, com disco, e o digital. O Spy32 é todo digital e armazena, em sua memória, dados de até 10 dias. Ele tem uma bobina semelhante ao extrato bancário. Não usa mais cabo, mas sensor e fio, e tem sinal sonoro que avisa quando o motorista passa dos 80 quilômetros por hora”, explica Carvalho.
O novo modelo de tacógrafo é usado em Vans, nas quais o aviso sonoro de velocidade é obrigatório, e em carros, quando é necessária a identificação dos condutores. O registro do tacógrafo indica velocidade de caminhões, hora trabalhada por caminhoneiros e distância percorrida por eles, bem como períodos de descanso.

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