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Amigos são amigos, negócios à parte
Publicado em 06/09/2019

Política

A política é tão importante na vida do cidadão que merecia ser acompanhada mais de perto. Pela correria do dia a dia, em busca da sobrevivência, a maioria não tem tempo de se atualizar. Nos grandes centros então nem dá para falar. Táxis, transporte coletivo e outros meios de locomoção perderam o vício de acompanhar noticiário por um motivo simples, não se ligam mais em rádio como antigamente. Jornais impressos diminuem suas vendas de semana a semana. Alguns já fecharam as portas emigrando para a internet. O cidadão tem à mão um instrumento poderoso que são as redes sociais. É através deste meio de fácil acesso que ele se informando e opinando. Ali, ele não precisa se identificar. Este é um dos motivos pelas quais lemos muitas opiniões estapafúrdias. No entanto, a maioria deixa claro que são apoiadores e contrários aos governos estabelecidos. A prova do poder que hoje exerce está na eleição do Bolsonaro. Desde o momento em que decidiu ser conhecido no Brasil, com a intenção de ser candidato, começou a chamar atenção de seu projeto de governo. Poucos davam importância aos movimentos. Até que um dia a grande imprensa resolveu noticiar seus movimentos e divulgar suas declarações. Pronto, seu nome que já estava sendo falado acabou virando “mito”. Alguns partidos que querem sempre estar na volta do poder, abandonaram seus candidatos e se uniram a ele. Terminada a eleição, os mesmos partidos que migraram para sua candidatura, sentindo o perigo de perder espaço, “saltaram do barco”. PSDB foi um deles. Agora, não mais querem dar respaldo ao presidente que ajudou a eleger. Primeiro, porque há eleição para prefeitos e vereadores. Segundo, porque sabem que as eleições municipais são importantes para formar base para as próximas. Com a saída do time de João Doria, que até então rodeava o governo de Jair, provocou a reação. Some-se as pendengas entre Rodrigo Maia e o presidente, está sendo formatada uma composição entre PSDB e DEM. E isso já aconteceu entre Fernando Henrique e Maciel. Ao mesmo tempo em que, Bolsonaro diz que pode concorrer à reeleição, fustiga dois possíveis pré-candidatos: Doria e Hulk. Ambos teriam adquirido aviões com financiamento do BNDES que lhes concedeu juros “camaradas”. É claro que já está preparando a próxima provocação que seria comparar aos financiamentos concedidos à JBS. Também camaradas. Está delineada a campanha eleitoral para prefeitos e vereadores. Quem conseguir o maior número de prefeituras e câmaras dará um grande passo para as próximas eleições. A campanha eleitoral de 2020 servirá de base para 2022. É a leitura que faço. Não sou cientista político, mas acompanho os fatos. Certo?                  
 

Dodge volta ser cotada para PGR

Vicente Nunes, colunista do Correio Brasiliense, volta a tratar da nomeação para a Procuradoria- Geral da República. Atento aos movimentos palacianos, o colunista assim se manifesta: “No que depender do ministro-chefe da Secretaria - Geral, Jorge Oliveira, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, será reconduzida ao cargo. Na presidência da República, o nome dela está bem cotado na “bolsa de apostas”. Justamente pela proximidade entre Oliveira e o presidente Jair Bolsonaro, que chegam a despachar juntos até quatro vezes ao dia. É sabido por todos, contudo, que a palavra final será do chefe do Executivo. Nos corredores do Palácio do Planalto, dizem que, “em 30 segundos, tudo pode mudar”. As hipóteses de que Dodge estaria fora do páreo por nomear procuradores para atuar em procuradorias regionais é minimizada no Planalto. Por essa razão, a possibilidade de ela ser reconduzida é considerada alta. “Não há nada que ela tem feito que não está sendo alinhado com o Jorge. O relacionamento, entre os dois, vai de vento em poupa”. Já estão falando que a nomeação poderá ser realizada do hospital, durante a internação do presidente para cirurgia de hérnia. Então é esperar para confirmar essa informação. Quem duvida é louco. Ou não? EM TEMPO: CONCLUÍDA A COLUNA, CHEGOU A INFORMAÇÃO DA NOMEAÇÃO DE AUGUSTO ARAS. ESTE CANDIDATO JÁ HAVIA SIDO ANUNCIADO HÁ 20 DIAS, NO PROGRAMA VISÃO GERAL RÁDIO CULTURA.

Justiça prende e Justiça manda soltar

Em não mais que 24 horas, prenderam e soltaram Garotinho e Rosinha. O colunista Cássio Bruno do jornal o DIA, tenta mostrar as possíveis causas da rapidez com que prenderam e soltaram os ex - governadores. Acontece que Garotinho impedido pela Justiça Eleitoral, não pode concorrer na última eleição. Sendo inimigo de Cabral, ele queria derrotar seu aliado Eduardo Paes. A solução foi apoiar Witzel que em contrapartida colocou o ex-braço direito de Garotinho como secretário de seu governo e seu genro, o marido da deputada Clarissa Garotinho, como assessor no Turismo. Coincidência?    

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