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Competições 2020: Não é chegada a hora de pensar e agir?
Publicado em 19/09/2019

Maria Angélica Varaschini

Maria Angélica Varaschini

Estamos praticamente no final de setembro, mais um mês se findando.  Para quem está disputando a Copa Seu Verardi, tem ainda muito futebol até o final do ano, mas para os clubes que decidiram não jogar futebol profissional neste segundo semestre aqui no Sul, já não estaria na hora de planejar, projetar e começar a executar o ano que vem?

O futebol, bem sabemos, é dinâmico. Dinâmico e muito rápido, onde as coisas acontecem em um piscar de olhos. Pensando, principalmente em uma Divisão de Acesso, que é a competição onde a maioria dos clubes do interior joga no primeiro semestre, uma organização antecipada é um álibi para um bom resultado lá adiante.  Claro que para quem está jogando a Copinha, o foco agora é a busca por uma vaga na Copa do Brasil ou Série D, mas para quem está parado, a Divisão de Acesso daqui a pouco bate na porta.

Não se vê uma movimentação, não se vê uma preocupação muito real com isso por agora, ao menos não externado à imprensa.  Ainda não há data para o Congresso Técnico. Logo, nem sabemos quando começa a competição no ano que vem. Mas, se pensarmos bem, mesmo sem datas confirmadas, o clube que já tem ‘na manga’ um técnico e ideia de time sai com um passo à frente.  E, vamos confessar, já vimos em outras competições que aqueles que começam antes, garantem um melhor resultado.

A Copa Seu Verardi está ainda na primeira fase, tudo bem, mas quando nos dermos por conta, a competição acabou e já estamos quase no Natal, e isso sem exageros. Então, fica a dica para que os clubes que optaram por não competir neste semestre, já comecem a se movimentar para o ano que vem. Quem joga o ano todo tem uma vantagem, pois não começa tudo no zero, tem continuidade. Logo, para quem pode começar antes, se preparar e já ir atrás de uma comissão técnica e equipe agora não sai tão atrás, para que lá na frente, as coisas acabem saindo quase que “elas por elas”. É tão difícil manter o futebol no interior, então, já que são poucos que fazem isso, que seja feito da melhor maneira, com responsabilidade e não apenas por fazer, para que não chegue o dia de largar a frase: “A gente só quer competir, nada mais”.


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