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SOCIAL 9 DE OUTUBRO
Publicado em 09/10/2019

Marcos Pintos

Cidade: Bagé / RS
Colunista social - Paralelo MP
Marcos Pintos

Foto: Divulgação/FS

Família Rover Duarte na homenagem póstuma prestada ao patriarca, Diogo Madruga Duarte, por ocasião da 9ª edição do Churrasco de Confraternização do Rotary Club de Bagé Minuano

“Para termos acesso ao voo do espírito é necessário que abramos os olhos à beleza dos elementos constituintes da natureza”.
MP

Um berço chamado Cantegril 
    É com profunda gratidão que recebo convite para ser o mestre de cerimônia da festa que brindará as bodas de diamante do Cantegril Clube. A comemoração acontece em 6 de dezembro, organizada pelo departamento social do clube, capitaneado pela primeira-dama Anelise Lucas. Stop! Minhas primeiras memórias remontam às manhãs e tardes imerso em banhos de piscina – passei pelas três, inclusive, com boias de braço! –, jogos e muitas brincadeiras junto a meus irmãos e amigos. E quem não lembra da era analógica quando nossas mães e pais queriam falar conosco pelo épico “42-5874” fazendo com que saíssemos (vermelhos de vergonha) das piscinas ou das quadras... “Marcos Pintos, telefone”. God! E o exame médico?! A cada início de temporada aquela fila para receber a esperada assinatura que daria acesso aos banhos – havia as duas mesmas entradas na piscina principal, à época, vigiadas por funcionários, digamos, “bem atentos”. Pular a grade, suspensão na certa! Ah! Vale lembrar que, no dito “meu tempo”, lá na infância, nem grades existiam – a piscina era envolta por uma espécie de lava-pés no tom azul característico do clube da raposa. Antes de finalizar, precisamos comentar: a prova que estávamos “grandes” era quando, com coragem e muito orgulho, nos lançávamos ao “cinco metros” – profundidade duvidosa, inclusive. Como é bom ter memórias! Como faz bem trazê-las do coração no ano em que ele, o nosso amado pico da colina, chega a marca dos 60 anos no auge da boa forma. A mim, resta agradecer e dizer com muito orgulho: sou filho do Cantegril! 

La noche caliente
    Grande expectativa à noite de sábado, 12, quando a turma de formandos 1995 do Colégio Auxiliadora se reencontrar na festa Recuerdos. Há 25 anos, essa galera finalizava o ciclo prometendo não romper os laços de amizade no cavalgar do tempo. Assim o foi. As boas lembranças terão como trilha os hits de Favorino Collares – DJ que ultrapassou fronteiras difundindo a marca Recuerdos inspirada no som latino que bomba as pistas até hoje. Os ingressos do terceiro lote estão à venda na loja Chili (Renata Coradini integra a turma anfitriã) com parte da renda destinada à Fundação Geriátrica José e Auta Gomes. O movimento na Malp tem start às 22h, com serviço “open bar” e “open food” até as 24h. Durante o coquetel, os caps La Gitana apresentarão o projeto Natal Pico de 2019 e, este que vos escreve, o camarote Paralelo MP que promete repetir o sucesso de 2018 com estrutura de capa. #Partiu! 

Ópera 
Rompendo hiato de sete anos sem montar óperas, a Orquestra de Câmara Theatro São Pedro voltou a visitar o gênero em programa duplo. As óperas “Il Maestro di Cappella”, de Domenico Cimarosa (1749 – 1801) e “Il Maestro di Musica de Giovanni”, de Battista Pergolesi (1710 – 1736) foram apresentadas, juntas, em programa dedicado à tradição da ópera buffa italiana do século XVIII. A regência foi de Evandro Matté e, a direção, adivinhem? Do tenor bageense Flávio Leite! Os solistas convidados foram as sopranos Raquel Fortes e Elisa Lopes, Flávio em seu papel de tenor e o baixo barítono, Daniel Germano. O espetáculo contou com casa cheia, no último finde, deixando pedidos de reapresentação. #Bravíssimo! 

Bel Canto 
    Escrevi nota nesta edição sobre a ópera apresentada no Theatro São Pedro nos dias 5 e 6 de outubro. Pois bem, vivo fase de amor com o gênero. Principalmente nas manhãs de domingo, coloco seleção dos principais representantes do Bel Canto para inspirar-me na produção textual da semana. “Mas, MP, o que vem a ser Bel Canto?” Em tradução livre, caro leitor, “Belo Canto” – gênero que denomina toda tradição vocal, técnica e interpretativa da ópera italiana, originada ao final do século XVII. Dica de compositores: Gioacchino Rossini, Vicenzo Belini e o meu predileto, Giuseppe Verdi, autor de “Nabucco”, inspirada na vida do rei da Babilônia, Nabucodonosor. #FicaDica! 

 


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