No Ar
Folha do Sul
Web Rádio

Coluna Social Marcos Pintos 4550
Publicado em 16/02/2013

Marcos Pintos

Cidade: Bagé / RS
Colunista social - Paralelo MP
Marcos Pintos

Paralelo MP

Foto: -

Cheia de estilo, Roberta Hecht em balada no Cassino

“Libertar-se do velho é a grande sacada para nos tornarmos dignos das surpresas designadas a nós pelo Universo. Na vida, tudo é questão de coragem, atitude e merecimento...”
MP
 
“A Parisiense”, pura inspiração!
Cada vez que finalizo um livro, sinto-me realizado por ter conseguido agregar um tijolinho a mais na construção do castelo do conhecimento. Ontem, degustei as últimas páginas do delicioso “A Parisiense”, obra assinada por uma das mulheres mais elegantes e populares da França, Ines de la Fressange... Iniciei o livro perguntado: “Quais são os segredos do bom gosto francês?” Ines deu-me as respostas... A autora narra com estrema leveza o que aprendeu sobre estilo e beleza durante décadas imersa na indústria da moda em seu país. Ela dá conselhos de como se vestir com o encanto das parisienses e sugere um guarda-roupa a partir de apenas sete itens básicos e bons acessórios, que garantem produções práticas e alinhadas. Suas fontes preferidas para verdadeiros achados e soluções de vestuário, beleza e decoração são acompanhadas por fotografias de moda, nas quais a modelo é sua filha, e por desenhos assinados pela própria Ines. Esse guia inclui endereços da Paris secreta da autora: hotéis, restaurantes, spas, lugares fora do circuito turístico oficial e uma seção feita sob medida para a diversão das crianças. Escrito com humor e fluidez, em colaboração com a jornalista de moda da Elle, Sophie Gachet, “A Parisiense” é o roteiro fundamental para conhecer os endereços mais charmosos da capital francesa. #fica a dica!
 
Praticando o desapego
Confesso: ainda guardo em meu closet muitas peças que, por simples apego, jazem nele há anos! Depois de ler o livro de Ines de la Fressange, “A Parisiense”, dei um basta neste péssimo hábito. Na obra, a autora sugere que, para darmos vazão à chegada do novo, precisamos ter a coragem de nos desfazermos de tudo aquilo que está somente ocupando espaço – só porque a camisa é Ralph Lauren não quer dizer que vou usá-la para o resto da vida. Plim! Caiu a ficha!
Fora que acredito de corpo e alma na questão energética das coisas. Tudo tem energia, aura, logo, algo que está estagnado só pode mesmo exalar negativismo afetando diretamente a nossa saúde essencial – toda evolução é progressiva! Pensemos ainda: essa prática pode ir muito além do guarda-roupa... Em nossas vidas,  por simples capricho de uma rotina viciada, convivemos com situações que não nos acrescentam em nada – um casamento infeliz; uma profissão que nos amargura e que não temos coragem de deixar para trás; o convívio com pessoas maledicentes que somente nos sugam... Enfim: tudo aquilo que infelicita nossas vidas porque não temos a coragem e o desapego de “chutar o balde”.
Querem saber? A vida é breve, meus caros amigos, por isso não devemos ter receio de mandarmos embora tudo aquilo que aflige nossas existências subtraindo dela a tão desejada paz de espírito. E não é a “paz de espírito” o maior de todos os tesouros que podemos adquirir nessa lacônica viagem terrena? Tenhamos coragem, digamos um adeus definitivo a tudo que se opõe aos nossos ideais de felicidade, permitindo que o novo entre por todos os poros de nossos corpos e de nossas almas. Creio que libertar-se do velho seja a grande sacada para nos tornarmos dignos das surpresas que o Universo guarda para nós na senda do destino. Nesta vida, tudo é questão de coragem, atitude e, principalmente, MERECIMENTO!
 
Nota Dez
Saudade do tempo em que os clubes bageenses bombavam em todas as épocas do ano... Saudade dos carnavais emblemáticos do Clube Comercial e saudade da galera reunida no Cantegril quando este dispunha daquela estrutura fantástica que fora elogiada com tenacidade pelos forasteiros que aqui curtiam os verões. Dos tradicionais clubes, podemos dizer que o único que se mantém com um quadro de sócios capaz de mantê-lo com a devida dignidade seja o Bagé Tênis Clube... Graças a este quadro de colaboradores, a diretoria (observem que sem gestão comprometida não se caminha!) consegue realizar proezas, como, por exemplo, a construção de uma piscina térmica que é o maior barato! Fora a estrutura bem cuidada das piscinas, academia, saunas e dos espaços direcionados à prática de esportes. Assim, a coluna dedica NOTA DEZ à diretoria do Tênis, na pessoa do seu presidente João Azambuja, aos sócios – porque sem eles nada se constrói – e a todos os funcionários que fazem do Tênis um ícone do lazer bageense.
 
“Os fora da casinha”: sucesso bageense nas areias do Cassino
Ele começou de mansinho, foi tomando corpo até chegar no que é hoje: o maior e mais concorrido bloco de Carnaval do Cassino. Há exatos sete anos, Marcos Mello, Roberto Hecht e os irmãos Márcio e Carlos Câncio reuniram-se para fundar “Os fora da casinha”, bloco que arrasta multidões em festas e trios elétricos agitadíssimos! Neste 2013, os 1550 foliões participaram – observem a agenda! – de dois desfiles na Avenida, dois bailes na Eventual Eventos mais duas noites de balada na Moa Cassino. Pode?! Claro que pode! É só ter fôlego, disposição e... Fígado! Um dos fundadores do “Os fora da casinha”, Márcio Câncio, esteve no programa Paralelo MP comentando que, sem as parcerias, o sucesso não haveria acontecido com tamanha força. Estiveram com o bloco na realização dos eventos: La Gitana, Nix, Eventual, Pop Rock e, claro, o nosso FOLHA do SUL! E sabem o que é mais bacana? Saber que o nome de Bagé – pelo menos fora dela – continua sendo sinônimo de diversão em época de Carnaval. NOTA DEZ!
 
Em alta...
 

O amor com que Lula Barros orquestra a Casa de Cultura Pedro Wayne; As liquidações que estão bombando nas lojas parceiras do caderno ConteMPorâneo; O trabalho que a equipe da Apae realiza junto aos portadores de necessidades especiais. Todos preparadíssimos! A dedicação da médica pediatra Cledinara Salasar à frente da UTI Neonatal da Santa Casa. O desapego: o que perdeu o interesse para uns é um achado para outros; Os docinhos elaborados pela equipe de Neisa Budó – o “Ninhos” é destaque absoluto! A padaria Continental – tem o melhor corte de presunto da cidade! Subir o Cerro de Bagé para apreciar o pôr do sol; O turismo BOMBANDO em Aceguá!

 
 
Em baixa...
 

O caótico trânsito bageense; A espera nas filas dos bancos. Trinta minutos, onde?! Sair do restaurante palitando os dentes. Eca! A falta de calçamento em ruas centrais como Vereador Pinto Machado e 20 de Setembro. O orgulho de não reconhecer os erros; As filas que também assombram alguns supermercados. Para que tantos caixas, se menos da metade funciona? A sujeira das ruas ocasionada pela falta de educação de “certos” bageenses.

Deixe sua opinião