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Coluna Social 12779
Publicado em 26/08/2013

Marcos Pintos

Cidade: Bagé / RS
Colunista social - Paralelo MP
Marcos Pintos

Paralelo MP

Foto: -

Dupla gente boa: Rodrigo Capiotti Obino e Luis Fernando Torrescassana

“Entre coxilhas e açudes, os filhos de La Pampa cavalgam rumo ao horizonte do infinito montados na sela do destino”
MP
 
Recuerdos 2103: a balada de todas as querências
Chuva + Frio + Vento. Nem mesmo as intempéries de um dos mais rigorosos invernos da história foram capazes de minimizar o brilho da Recuerdos 2013. A festa oficial da 36ª Expointer bombou com a presença de grande parte do high rural jovem gaúcho, num espetáculo que teve a estruturada boate Farm’s como palco. Favorino Collares comandou a picape com o carisma peculiar de sua estrela, num espetáculo que mais parecia Punta no melhor da década de 1990 – a atual década vintage. Não há como negar que o cara transcende gerações, movido pela força de um espírito atemporal –  “Peter Pan”; “Dorian Gray” à moda gaúcha.
Uruguaiana, Livramento, Pelotas, Jaguarão, Dom Pedrito, Aceguá, Rio Grande, Montevidéu, Buenos Aires, Bagé, entre tantas outras cidades da corte platina, foram representadas por jovens alinhadamente sintonizados com o dress code rural chic. E, de arrepiar, foi quando Kid Collares, ao som, disse o nome de cada uma dessas cidades, pedindo pra galera se manifestar em aplausos. Quando Santa Maria foi lembrada, todos os jovens filhos de La Pampa bateram palmas, lembrando daqueles que também ali estavam em outros anos e que, hoje, vibram na frequência do espiritual... Palavras do plano Terra são incapazes de descrever a beleza de tal momento...
Paralelo MP, de câmera em punho e pulseira vip no pulso, circulou pela festa, para trazer a Bagé alguns clics de quem viu e foi visto festiando na noite mais badalada da Expointer. Inclusive, digam o que quiserem: Esteio continua sendo o pano de fundo da mais bombada feira do agronegócio das Américas – por lá, as vertentes econômicas de um Rio Grande produtivo se bifurcam com a força “alexandrina” do gaúcho. Inspirado pelo cheiro da chuva – que a cordeirada que nasce nessa época não sofra! – finalizo esse texto louco de saudade da querência. Em breve, estou de volta... 

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