Diversas 48345
Publicado em 02/03/2016

George Teixeira Giorgis

George Teixeira Giorgis

Advogado

 
         Um nome elevado na literatura portuguesa foi Cândido de Figueiredo (1.846-1.925). Foi advogado, jornalista, escritor e poeta; e, especialmente, dicionarista. -*-*-*- São muito interessantes as rememorações e estatísticas sobre futebol que, semanalmente, insere neste jornal o Sr. Luís C. Albano. -*-*-*- Na língua inglesa, “ghost” = fantasma. “Snow” = neve. “Wall” = parede. “Blood” = sangue. Em francês, “désir” = desejo. “Issue” = saída. “Manger” = comer. “Rang” = fila. -*-*-*- Nosso distinto colega de Porto Alegre Dr. Eduardo Cunha Müller que, seguidamente, vem a Bagé atender processos de inventários ao seu encargo e integra as mais diversas associações da capital vinculadas à historiografia, com aprazimento nos remeteu uma de suas obras (96 pgs.) que se intitula “Vila de São Francisco de Assis – 02 de outubro de 1.923 – páginas de um renhido combate”, que lemos, apreciamos e agradecemos. -*-*-*- Pelo novo Código de Processo Civil (vigência a partir de 17-março vindouro), a grafia dos nomes das partes não deverá conter abreviaturas. E os nomes dos advogados atuantes deverão aparecer com os números da respectiva inscrição na OAB (parágrafos 2º e 3º do art. 272). O art. 73 determina que um cônjuge sempre necessitará do consentimento do outro para propor uma ação que ventile direito real imobiliário (salvo quando for consorciado pelo regime de separação absoluta de bens). E, finalmente, o art. 201 especifica que as partes poderão exigir recibo de petições, arrazoados, papéis e documentos que entregarem em cartório. -*-*-*- Com antecedência já tínhamos adiantado, nesta coluna, nosso elogio à história da Rádio Difusora no seio da radiofonia local, regional e gaúcha. Seu padrão prossegue o imaginado, lançado e erguido pelo saudoso Sr. Vicente Gallo Sobrinho. Lembramos (até agora) do primeiro dia de suas transmissões. Era o final de fevereiro/1.956 e preparávamos as malas, então, para rumar a Porto Alegre (final das férias) para, no dia 1º de março, começarmos as aulas no quarto ano da Faculdade de Direito da URGS. Incríveis o decurso e a fluência dos tempos! -*-*-*- O Dr. Pedro Dirceu dos Santos mais uma vez demonstrou sua exemplar habilidade profissional, na semana ida, ao praticar intervenção cirúrgica em nosso irmão Dr. Fernando Antônio. Obrigado!
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         Em Bagé, frente à praça do Povo Novo (praça Santos Dumont) temos a Rua Carlos Barbosa. Seu nome integral fora Dr. Carlos Barbosa Gonçalves, médico, radicado em Jaguarão, mas parece que teria nascido em Pelotas. Num período (no início do século XX) foi presidente do Estado do RGS (este era a nomenclatura da época) num dos raros intervalos do governo de 25 anos do Dr. Antônio Augusto Borges de Medeiros. A Rua Antônio Gomes (no Morro de Belém) homenageia um saudoso professor. E a Rua Profª Suely Pereira (bairro Castro Alves) perpetua uma professora municipal que desempenhou funções no setor fazendário de nossa edilidade. Era ela, em idos tempos, que elaborava (com presteza) as certidões negativas para nossos inventários, naquela repartição. -*-*-*- Sejamos francos: a pavimentação de nossas ruas e avenidas está deveras abandonada. Buracos, saliências, etc. são achados aqui e ali. Para os subúrbios (onde há o hoje precário asfalto do chamado “Anel Rodoviário”) os trajetos para o tráfego de veículos estão “arrebentados” e “dolorosos”! -*-*-*- As pilhas para rádio, nos supermercados de Bagé, sobem de preço a cada compra, em “velocidade” incrível! -*-*-*- No Supremo Tribunal Federal, em voto recente num Rec. Extraordinário oriundo de São Paulo, o min. Celso de Mello acentuou: “Em tema de ruptura do sigilo bancário somente os órgãos do Poder Judiciário dispõem do poder de decretar essa medida extraordinária, sob pena de a autoridade administrativa interferir indevidamente na esfera de privacidade constitucionalmente assegurada às pessoas”. -*-*-*- O último presidente do regime militar (Gen. Figueiredo) foi primeiro aluno de sua turma no Colégio Militar, na Escola de Comando e Estado Maior do Exército e na Escola Superior de Guerra. Isso lemos na obra “A ditadura militar e a longa noite dos generais”, em seu segundo volume (edição 2015 – 325 pgs.), de autoria do famoso jornalista Carlos Chagas.

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