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Publicado em 21/01/2015

George Teixeira Giorgis

George Teixeira Giorgis

Ouvindo, dias antes, na TV Câmara, a gravação da entrevista formulada (anos atrás) pelo jornalista Gladimir Aguzzi com o saudoso Dr. Nilo Ferreira Romero (sobre lições da agricultura e da pecuária, uma verdadeira aula-magna) opinaríamos que tal trabalho devesse ser enviado a todas as Escolas de Agronomia do RGS, para exibição posterior aos acadêmicos. -*-*-*- Palavras em nossa língua: “compilar” = coligir, reunir. “Lavabo” = lavatório. “Salvaguardar” = proteger, garantir. “Velhacada” =patifaria. “Jocoso” = alegre, engraçado. -*-*-*- O 12º presidente do Brasil foi um mineiro (nascido em Viçosa), que governou nosso país de 1.922 até 1.926. Chamava-se Artur da Silva Bernardes. Antes, fora deputado estadual, deputado federal e governara Minas Gerais. Seu período foi muito acidentado e crivado de “revoltas” aqui e ali. Em seu tempo, o Brasil praticamente viveu sempre sob “estádio de sítio”. Foi depois senador por Minas Gerais e preso político no tempo de Getúlio Vargas, exilando-se após no continente europeu. Posteriormente, fundou o Partido Republicano Mineiro (naqueles idos, os partidos eram estaduais e não nacionais). Com a queda de Vargas, sendo o país redemocratizado, Bernardes foi eleito deputado federal (seu filho foi senador). Faleceu no Rio de Janeiro em 1.955 com idade já avançada. -*-*-*- Língua francesa: “Déranger” = incomodar. “Désir” = desejo. “Jeu” = jogo. Língua inglesa: “offside” = em impedimento. “Strong” = forte, resistente. “Underground” = subterrâneo, em baixo da terra.
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Em 1.947, na segunda série do Curso Ginasial, no Colégio Auxiliadora, foram nossos colegas de classe: Afonso José M. Ribeiro, Airton Vargas, Alcides Ortiz Silva, Antônio Adão Azambuja, Armando Ferreira Filho, Átila Ricardo Vinhas, Campusmar A. Rodrigues, Carlos Alberto Peduzzi, Carlos Feres, Carlos dos Passos Medici, Carlos M. Fehlberg, Edgar S. Umpierre, Eduardo Monmany, Élbio Brignol, Estácio Azambuja, Fausto G. B. dos Santos, Haroldo Vargas, Hugo Pinto Silva, João C. Martins da Silva, José Elias Kanaan, José Oscar A. Segredo, Leontino Leite, Leoveral Negreiros, Léu Melo Fuchs, Léo Altíssimo, Luís Carlos M. Quintana, Manoel Rossell Sarmento, Nêd Medina Quintana, Nei Mário Carneiro, Orlandi Monteiro, Potiguara M. Paiva, Rui Antônio Costa, Saide Elsade, Sidney Azambuja, Vaner Betanzo, Wílson Duarte Fagundes. O Diretor do educandário = Padre Érico Schmengler. Padre-prefeito e conselheiro = Anacleto Girardi. Naquele 1.947 foram nossos professores: Padres Mário Satler e Roberto Germano, mais Frederico Petrucci, José Mamino, Antônio Pereira da Silva e Boaventura Mielle da Rosa. E também o Padre Zanor Pedro Rosa.
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Voltando o Brasil à plenitude democrática (eleito o Gen. Dutra presidente pelo PSD-PTB) e em seguida o Engº Walter Jobim (PSD) para governador do RGS, no final de 1.945 e em 1.946, respectivamente, tivemos em 1.947 as primeiras (novas) eleições municipais aqui em Bagé. O voto para prefeito não era vinculado ao de vice-prefeito. Então, o povo bageense escolheu o médico e administrador da Mesa de Rendas do Estado Dr. Carlos Antônio Kluwe (PSD) para prefeito. E o também médico Dr. Camilo Gomes (UDN-PL-PTB) para vice. Vereadores então eleitos: José Carrion Moglia, Protásio Rosa Fagundes, Sílvio da Silva Tavares, Zoroastro Lamote, Francisco de Paula Pereira, João Baptista Loguércio, Octávio Assumpção e Martin Magalhães Rossel (pelo PSD). Lígia Farinha de Almeida, Dr. João Baptista Fico e Dr. Mauricio Infantini Filho (pelo PTB). José Gomes Filho (pelo Partido Libertador). E Antônio S. Corrêa de Brito (pela UDN). No quatriênio (1.947-1.951) presidiram nosso Legislativo os Srs. José Carrion Moglia, Protásio Rosa Fagundes (duas vezes) e João Baptista Loguércio. -*-*-*- Rodrigo e Aluízio (presidente e vice), na Rural, já adensando preparativos no sentido de que a futura Semana Crioula alcance (ou até mesmo supere) o sucesso das que foram anteriormente realizadas. -*-*-*- Futebol antigo em Bagé – Primeiros “Ba-guás” havidos em 1.952: 17/08/52 – Pedra Moura – G. E. Bagé 1 x Guarani 1 – Golos: Álvaro e Miguel Gularte. Juiz: Horácio Alves Pinto (PoA). Em 24-8-52 na Estrela D’Alva – Guarani 2 x Bagé 0 – Juiz: Italo Patta (de Cachoeira do Sul). Golos do Guarani: Miguel Goulart e Carlos Calvete. Rendas respectivas: 32 mil e 17 mil na moeda da época.
                                                                                                         
*Texto revisado pelo autor

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