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Bagé não pode parar
Publicado em 15/10/2019

Esquerda Carneiro

Esquerda Carneiro

Participo de um grupo político, colaboro com uma gestão administrativa municipal e sou presidente da Câmara de Vereadores de Bagé e de um partido, o PTB. Anuncio isso para tentar explicar aos leitores desta coluna a responsabilidade que me impõe o atual momento político que vivemos em nossa cidade, que é de transformação social, econômica e de infraestrutura. A prefeitura trabalha num ritmo intenso em ações de melhoria na assistência social, na saúde, no asfalto nos bairros e no arranjo estrutural para que empresas frutifiquem produzindo emprego e renda. Ter oposição a tudo isso é algo normal. Nada diferente do que ocorre em qualquer parte do Brasil e do mundo, desde que seja uma oposição coerente e que haja dentro dos limites da ética. 
Estamos a menos de um ano das eleições municipais, aquelas que irão definir o que a população quer, se esse modelo que está dando certo e transformando Bagé ou a volta de uma gestão que não se importou com o desenvolvimento econômico, não incentivou novos investimentos e sequer se preocupou com ações que propiciassem alavancar o investimento interno. 
Há pelo menos duas décadas Bagé necessitava de um choque de gestão, de ousadia, de compreender o quanto é necessário qualificar os bairros com pavimento, saneamento e serviços de excelência em saúde, porque isso é infraestrutura, é o que dá suporte para que investidores modernos se interessem em municípios com administrações que ofereçam atendimentos de qualidade para a sua gente, no local onde vivem. O mundo mudou, os gerenciamentos de empresas passaram a perceber o todo nas cidades onde pretendem empreender. Por isso é importante ter uma barragem de segurança, hospitais funcionando a pleno, estradas do interior em ótimas condições, investimento em fibra ótica, segurança (vem aí a guarda municipal), educação ampla e de qualidade. 
É isso que está acontecendo em Bagé, com um governo preocupado em equipar e qualificar os serviços oferecidos à população, preocupado em priorizar o desenvolvimento, o que vem ocorrendo em ritmo intenso desde janeiro de 2017, quando o grupo político ao qual pertenço, sob a liderança do prefeito Divaldo Lara, assumiu a prefeitura. Este é o motivo que me faz iniciar o presente artigo destacando a responsabilidade que o momento me impõe, quando forças opositoras se unem para barrar uma gestão que está, definitivamente, colocando Bagé em um novo patamar administrativo, um patamar de desenvolvimento. Porque houve um tempo em que estivemos entre as cidades mais desenvolvidas do Estado e, hoje, depois de tantas décadas, temos a perspectiva de retomarmos o respeito que a nossa história requer, como um município que planeja seu futuro próximo para o progresso. O governo atual sabe o que faz e porque faz ao preparar um amanhã melhor em todas as áreas. 
Nos anos que virão estaremos melhor. A economia brasileira já mostra sinais de melhorias. Retomamos o crescimento. O presidente Bolsonaro e o ministro Paulo Guedes estão otimistas; e, eu, com minhas responsabilidades nesse contexto, não vejo outro caminho que não aquele que coloca Bagé de protagonista nessa perspectiva otimista, porque temos os mesmos quereres e as mesmas ideias. 
Sendo assim, volto a anunciar que uma oposição que não se imponha com trabalho sério, honestidade, ética e amor à cidade deve receber o repúdio da população quando o modelo de gestão do qual faço parte se submeterá à aprovação das urnas. Porque Bagé não pode parar.     

 


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