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Relação de Bagé com os novos governos e cargos de confiança
Publicado em 18/01/2019

Divaldo Lara

Prefeito de Bagé
Divaldo Lara

Na coluna passada, iniciei uma retrospectiva, informando como estruturamos nosso governo para que as obras e ações tivessem um bom fluxo. Nesta coluna, continuo a expor nossa gestão do ponto de vista interno e inicio falando sobre um cargo específico, o de gestor de captação de recursos. 
Esta foi uma grande acertada do governo, pois posicionamos uma pessoa que ficasse atenta no relacionamento e na busca de recursos em Brasília com o governo do Estado. Isso surtiu efeito positivo na recuperação de recursos que estavam praticamente perdidos, bem como na captação de outros tantos. E, agora, com os novos governos, iremos ampliar essa relação.
É comum ouvir críticas aos cargos de confiança do município, os chamados CCs. E costumo dizer que é justamente por meio destes cargos qualificados que se capta ou se executa muitos dos benefícios, que hoje são realidade em Bagé. Somente por meio do cargo que citei, o de gestor de captação de recursos, captamos mais de R$ 12 milhões para o município.
Claro que, sempre vai existir a reclamação por parte daqueles que ocuparam os cargos por 16 anos e que hoje estão fora. Isso é do jogo, faz parte, mas os números entre os investimentos, os benefícios e as obras concretas estão aí para comprovar o mérito destes profissionais.
As relações com Brasília e também com o governo do Estado, se dão por meio de projetos, mas também das afinidades. Por isso, agora, a meta do nosso governo é ter uma posição de Bagé permanente em Brasília, para estreitar o relacionamento com os agentes políticos e os agentes do atual governo de Jair Bolsonaro. E isso não significa que teremos uma estrutura física na capital federal, mas uma pessoa que cuidará permanentemente desta relação.
Tanto no novo governo estadual quanto federal, temos agentes que são da relação direta com Bagé. Nossa expectativa é de que tenham olhar generoso para nossa cidade e região. Temos no vice-governador, um amigo; uma pessoa que conhecemos há muitos anos e que é do nosso partido. Além disso, o governador Eduardo Leite tem uma relação estreita por ser da mesma região e pela proximidade com a nossa família. Poucas pessoas sabem, mas foi o nosso deputado Lara quem sugeriu a Eduardo Leite, pela primeira vez, a hipótese dele concorrer ao governo do Estado.
O presidente da República e o vice têm o conhecimento da história e importância do nosso município, bem como também dos acontecimentos que envolvem a política local, como o que ocorreu no início de 2018, com o repúdio às caravanas do ex-presidente Lula, quando Bagé se destacou, consolidando-se como uma cidade de posição neste sentido.
O ato de repúdio foi organizado pela sociedade e entidades. Sou o prefeito de todos os bageenses, dos que têm partido e dos que não tem, inclusive, dos que não votaram em mim, mas como cidadão, tenho posição e nunca me esquivei dela.
Além deles, temos o ministro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que esteve várias vezes em Bagé, que é do mesmo partido que nosso diretor do Daeb, Graciano Aristimunha. Relação esta que já consolidou o compromisso de que nossa barragem está entre as prioridades do governo federal para o Rio Grande do Sul, assegurando os recursos.
Nossa expectativa é de que estas relações rendam bons frutos para os bageenses.

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