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Fimp: o que é bom continua e melhora
Publicado em 28/07/2017

Divaldo Lara

Prefeito de Bagé
Divaldo Lara

Prefeito de Bagé

Um compromisso firmado por mim no ano passado é que continuariam as boas ações dos governos anteriores. É isso que está acontecendo. O Festival Internacional Música no Pampa (Fimp) serve como exemplo. Dá para aperfeiçoar? Melhorar alguns pontos que os próprios músicos da cidade sentem falta? Sim. Ampliar? Torná-lo com apresentações de orquestra sinfônica? Claro. Esse é um dos objetivos, inclusive assinalado pelo secretário de Cultura e Turismo, Fabiano Marimon, na noite de abertura, domingo último.
Outro aspecto importante do Fimp é seu caráter turístico. Precisamos oferecer esse olhar ao festival, pela sua importância para a região. Por esse motivo dedicamos uma atenção toda especial à organização, para que as peças funcionem como devem funcionar, do músico ao instrumento, do espaço ao espetáculo e às aulas. O passo seguinte é concluir essa análise de ampliação de modo que possamos disponibilizar para quem chega no município um novo olhar sobre Bagé, que respeita a cultura, a natureza, a história e se preocupa em demonstrar isso com ações que se transformam em eventos paralelos que incluem a música erudita e que têm o poder de tocar a alma das pessoas. 
É um prazer poder receber o 8º Festival Internacional Música no Pampa. Nosso desejo é de que, todos juntos, em todas as áreas, músicos, professores, alunos, equipe técnica, espectadores, que todos façamos um grande festival. Porque a Secretaria de Cultura atua diariamente nas mais diferentes áreas das artes e das manifestações populares. O dia a dia é de incentivo, fomento e apoio aos núcleos de cultura. No entanto, podemos considerar que este seja o terceiro grande evento do calendário cultural de Bagé em 2017. Tivemos o carnaval, o Dança Bagé e, agora, o Fimp.
Em apenas seis meses realizamos esses três grandes eventos sem custo para os cofres públicos. São eventos que valorizam a parceria. A prefeitura oferece a estrutura e a organização.
Dessa forma, neste primeiro momento de governo, investimos em áreas bem mais necessitadas de atenção. A saúde é um exemplo, como vimos, recentemente, o auxílio da prefeitura para reabertura do Hospital Universitário.
Assim, através de parcerias realizamos o Fimp, com apresentações no auditório do Museu Dom Diogo de Souza, com o apoio da Fundação Atilla Taborda. O patrocínio master é da Engie - U.T.E. Pampa Sul; patrocínio da Empresa Ouro e Prata e da Urcamp; apoio da Unipampa, Anversa, W/Pinheiro, Floricultura Marta, Josi Cantarelli, Quitanda, Fenícia Hotel e Leb. A produção é da Piú Mosso e a realização da Prefeitura/Secult e Ministério da Cultura.
Destaco todos eles nesta página do Jornal Folha do Sul porque são imprescindíveis para a realização do festival. Sem eles, não haveria Fimp.
Outra importante participação vem das famílias, que, a pedido da Rose Pinheiro, estão hospedando dezenas de músicos durante a realização do evento.
Um ato de amor por Bagé e pela cultura através da música. A música que encanta e transforma. A música que sobrevive através dos séculos e que, aqui em Bagé, tem lugar na História, no antigo conservatório, nas orquestras, bandas e corais, tem lugar na vida dos bageenses de ontem e de hoje. Esta é uma cidade musical de coração e inspiração.  Estão aí nossos cantores do Coral Auxiliadora, os Pianistas de Bagé, a Orquestra Jovem do Pampa, o Imba e o curso de Música da Unipampa.
Assim, com a valorização e o respeito aos músicos que fazem parte do Fimp, professores e alunos, abrimos o nosso coração, o coração de Bagé para que seja um grande evento. E está sendo.
Vamos, todos juntos, ser motivo de orgulho para a música, para a cidade e para aqueles que virão depois de nós.  
Sucesso ao Fimp! Viva Bagé. Viva a música.

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