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Volta às aulas 81335
Publicado em 21/02/2019

Folhinha

Foto: Alina Souza / Especial FS

A volta às aulas é um período de bastante entusiasmo para crianças e adultos. Mas para alguns também é um momento de apreensão, sobretudo se as crianças ainda são pequenas. Algumas dicas podem tornar a experiência mais fácil e colocá-las em prática pode ser determinante para a adaptação da criançada ao ambiente escolar e à rotina.

Algumas dicas
A Revista Crescer - publicação especializada no público infantil -, destaca que, uma ideia, é deixar bilhetinhos para os menores em suas lancheiras ou mochilas. Assim, na escola, eles se sentirão mais seguros. Isso é válido para aqueles que estão indo para a escola pela primeira vez. Outra dica é para incentivar o estudante: vale montar uma "galeria de arte". Nela, é possível colocar aqueles trabalhos que as crianças trazem do colégio, como desenhos e pinturas e desenhos.
Especialistas ainda sugerem que os pais devem apostar no diálogo: explicar, responder as perguntas que surgirem e incentivar a criança a frequentar a escola. E se o pequeno chorar na hora da despedida, não vale banalizar isso. Acontece que o choro, de acordo com a publicação, é a maneira pela qual a criança consegue se expressar em determinados momentos e acolher esse choro pode ser fundamental para a adaptação dela.
Se as crianças já estão aparentemente adaptadas, mas não falam muito sobre o que ocorre na escola, a dica é perguntar mesmo sobre tudo. Para a psicopedagoga Isa Minatel, autora de Crianças sem Limites (Editora Chiado Brasil), o objetivo, aqui, deve ser questionar sobre sentimentos e não necessariamente sobre fatos. Se alguma brincadeira deixou a criança feliz; se ela chorou por algum motivo; se algo a deixou irritada. E, é claro, conversar com a equipe da escola é sempre uma prática fundamental.

Educar é amar
O papel dos professores também é determinante. É como destacou a secretária Municipal de Educação e Formação Profissional, Adriana Lara: o período é de muitas perguntas - todas nas cabecinhas dos pequenos: "Como será? Quem estará lá? Quem serão meus colegas? Como será minha escola? E minha professora, como será?". É por isso que defende que é "educar é um ato de amor", como defendia o professor Paulo Freire. "Como aquietar corações e mentes, se não pelo amor que transforma e pela capacidade que motiva. Para que nossas utopias possam criar asas, precisamos acreditar que é possível educar com qualidade, sem esquecer do amor que encanta, envolve e cativa", argumentou.

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