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De férias com o Folhinha: A escola da inteligência
Publicado em 17/01/2019

Folhinha

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As últimas pesquisas em Educação apontam que a base curricular comum não é o suficiente para estimular as crianças e jovens atualmente. O desenvolvimento cognitivo é de extrema importância, porém o desenvolvimento social e emocional agrega ainda mais na evolução do ser humano.
O médico Augusto Cury é um dos escritores mais lidos do Brasil. Seus livros de autoajuda ensinam técnicas para desacelerar o pensamento e melhorar a qualidade de vida.
Um das principais propostas é que suas ideias estejam presentes nas escolas brasileiras. Ele acredita que, se os jovens tivessem aulas específicas de educação socioemocional, os estudantes saberiam lidar melhor com suas emoções e com sua inteligência.  
Cury criou um programa, chamado Escola da Inteligência, que, com uma hora aula por semana, dentro da grade curricular do aluno, ajuda a desenvolver a educação socioemocional no ambiente escolar.  A iniciativa já está presente em mais de 300 escolas no Brasil.
Em Bagé, o programa chega em 2019 por meio do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, que implanta a proposta metodológica em todos os níveis de ensino, desde a Educação Infantil. Como escola parceira, vem, desde o ano passado, preparando o corpo docente, proporcionando encontros com representantes do Instituto Augusto Cury.
A Escola da Inteligência é considerado o maior e mais completo programa de educação socioemocional do mundo. Desenvolve competências propostas pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pelo MEC, contribuindo para o aumento do rendimento escolar, para o gerenciamento das emoções e a melhoria das relações interpessoais.
O método de Augusto Cury envolve as instituições de ensino, seus alunos, famílias e professores. A educação socioemocional começa na escola e vai até a casa dos alunos e atividades em que todos são envolvidos no processo de formação de cidadãos mais conscientes e preparados para os desafios da vida.
O método promete preparar os estudantes para enfrentar desafios, como, por exemplo: resolução de problemas complexos; pensamentos crítico; criatividade; gestão de pessoas; empatia com os outros; inteligência emocional; bom senso e tomada de decisão; orientação para servir; negociação e flexibilidade cognitiva.
Um dos objetivos do Colégio Auxiliadora com este programa é incentivar a todos a pensarem sobre as inevitáveis emoções que acometem a todos, bem como de que forma, pode-se aproveitá-las a nosso favor, extraindo o melhor dos momentos.
Na prática, as aulas de Educação Socioemocional, auxiliam a aprender, em conjunto, que a inteligência não é fixa e pode ser desenvolvida com dedicação e em equipe; incentiva-se o  falar sobre emoções e sentimentos, sem que isso machuque os que estão a volta; estimula-se a importância de se pensar antes de agir e reagir; e juntos são convidados a pensar sobre os conflitos e a melhor forma de resolvê-los.

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