Perguntas frequentes
Publicado em 21/02/2019

Folha Saúde

Mas, afinal, como a doença se manifesta. De acordo com página especializada na doença, também do Ministério da Saúde, a infecção pelo HPV é tipicamente assintomática, ou seja, não apresenta sintomas. Pelo menos na maioria das pessoas."Em alguns casos, o HPV pode ficar latente de meses a anos, sem manifestar sinais (verrugas na região genital e no ânus visíveis a olho nu), ou apresentar manifestações subclínicas (não visíveis a olho nu). As manifestações costumam ser mais comuns em gestantes e em pessoas com imunidade baixa", informou.
A doença pode acometer vulva, vagina, colo do útero, região perianal, ânus, pênis (geralmente na glande), bolsa escrotal e/ou região pubiana. E, menos frequentemente, pode estar presente em áreas extragenitais, como conjuntivas, mucosa nasal, oral e laríngea. Mais raramente, crianças que foram infectadas no momento do parto, podem desenvolver lesões verrucosas nas cordas vocais e laringe (Papilomatose Respiratória Recorrente).
E há cura para tal infecção? Conforme as informações repassadas pelo Ministério da Saúde, o sistema imune pode combater de maneira eficaz a infecção pelo HPV, principalmente entre as pessoas mais jovens. "Algumas infecções, porém, persistem e podem causar lesões. As melhores formas de prevenir essas infecções são a vacinação preventiva e o uso regular de preservativo", ponderou o texto. E é importante destacar que qualquer lesão causada pelo HPV precisa de acompanhamento no serviço de saúde para tratamento e prevenção de complicações.

Diagnóstico
O diagnóstico do HPV é atualmente realizado por meio de exames clínicos e laboratoriais, dependendo do tipo de lesão, se clínica ou subclínica.

Lesões clínicas: podem ser diagnosticadas, por meio do exame clínico urológico (pênis), ginecológico (vulva/vagina/colo uterino) e dermatológico (pele).

Lesões subclínicas: podem ser diagnosticadas por exames laboratoriais, como o exame preventivo Papanicolaou (citopatologia), colposcopia, peniscopia e anuscopia, e também por meio de biopsias e histopatologia para distinguir as lesões benignas das malignas.

*As informações são do Ministério da Saúde.

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