Bagé / RS, Domingo, 25 de Fevereiro de 2018
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Tecnologias na produção agrícola são debatidas em Bagé

Em evento realizado na noite de quinta-feira, com apoio da Associação e Sindicato Rural de Bagé, 130 participantes de Bagé e região acompanharam o primeiro treinamento da Iniciativa 2,4-D do ano. Com palestras ministradas pelo professor da Universidade de Passo Fundo e especialista em manejo de plantas daninhas, Mauro Rizzardi, e o professor da Unesp de Botucatu e especialista em tecnologia de aplicação, Ulisses Antuniassi, os convidados puderam entender sobre um dos herbicidas mais utilizados em todo o mundo e uma das principais ferramentas do produtor rural no controle a plantas daninhas.
Entre o público estavam, além de produtores, a pesquisadora da Embrapa Pecuária Sul, Fabiane Pinto Lamego, representantes da OAB – subsecção Bagé (Ordem dos Advogados do Brasil), presidentes dos sindicatos agrícolas da região, professores da Universidade da Região da Campanha, estudantes da Ideau, empresários dos setores de insumos e vinícolas, representantes do Conselho Municipal do Meio Ambiente e representantes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

A Iniciativa 2,4-D, grupo formado pelas empresas Dow AgroSciences, Nufarm e Albaugh, em parceria com instituições de ensino, tem como principal objetivo disseminar informações técnicas sobre o uso correto e seguro de defensivos agrícolas. “Nossa meta é ampliar, cada vez mais, o número de treinamentos realizados para que os agricultores levem esse conhecimento para suas atividades, resultando, assim, em uma agricultura mais produtiva e sustentável”, comenta Maggioni, coordenador da Iniciativa 2,4-D. “Ações como esta têm produzido resultados positivos em todas as cidades por onde passamos, reforçando a mensagem da importância dos cuidados na realização de um manejo sustentável que contribui  para o aumento na produtividade e rentabilidade da lavoura, além de preservar a saúde e o meio ambiente”, complementa.

Para Rizzardi, as plantas daninhas representam uma ameaça à produtividade no campo, pois geram competição por luz, nutrientes e água com as plantas cultivadas, o que tem impacto direto no resultado da lavoura. “Uma buva por metro quadrado, por exemplo, pode reduzir a produtividade de 4 a 12% – ou seja, pode chegar a até seis sacos por hectare, o que equivale a uma perda acima de R$ 400”, explica o pesquisador. A perda de produtividade devido à presença de plantas daninhas que não são controladas pode chegar a 40%”, explica.

O papel das boas práticas agrícolas, além da apresentação de aspectos técnicos do 2,4-D, como suas características físico-químicas, situação regulatória, estudos de toxicidade, ecotoxicidade e segurança no campo, também estavam entre os principais temas abordados nos treinamentos, apresentados de forma dinâmica e didática. “A eficiência da tecnologia de aplicação por meio da correta manutenção e calibração dos pulverizadores no campo, da escolha criteriosa do tamanho de gotas, do volume de calda e da verificação das condições meteorológicas no momento das aplicações, evitando a deriva, ajudam o produtor a otimizar suas operações, reduzindo perdas e melhorando sua produtividade”, reforça Antuniassi. “A conscientização dessas iniciativas promovem a otimização de recursos, colaborando para a redução do impacto no meio ambiente e conferindo maior sustentabilidade para o agronegócio”, destaca.

Desde 2014, a Iniciativa promove treinamentos sobre 2,4-D e tecnologia de aplicação para produtores rurais, técnicos e operadores em diferentes regiões do país. Até o momento, foram quase 200 eventos em 13 estados, capacitando mais de nove mil profissionais do campo.

Herbicida 2,4-D

Descoberto em 1941, o 2,4-D foi o primeiro herbicida utilizado comercialmente. Hoje, é registrado em quase 100 países e um dos mais pesquisados em todo o mundo, com mais de 40 mil estudos desenvolvidos. Já passou por diversas revisões como na Agência Regulamentadora do Canadá (PMRA), Agência Americana de Proteção Ambiental (EPA) e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), entre outras. Com nesses estudos, governos do mundo inteiro julgaram que o 2,4-D é seguro para a saúde humana quando utilizado em conformidade com rótulo e bula.
No Brasil, tem registro desde a década de 1970. Atualmente, pode ser utilizado para culturas de trigo, milho, soja, arroz, arroz irrigado, cana-de-açúcar e pastagens e é uma importante ferramenta para aumentar a produtividade das lavouras e reduzir custos de alimentos para o consumidor, além de possuir bom custo-benefício.

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Sol e vens continuam seu caminho unidos em leão ainda motivando seu coração. Lua e mercúrio em virgem melhoram as relações de trabalho e possibilitam acordos de negócios. planos e projetos em alta.

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