Bagé / RS, Domingo, 26 de Maio de 2019
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Edgar Muza | Bagé/RS
Coluna: Política
Perfil: Radialista, comentarista de política e de notícias de geral. Liderança reconhecida nas áreas de saúde e de Carnaval.
Política

Não se pode gastar mais do que se arrecada

O que mais me atrai nas leituras que faço, sobre declarações de grandes economistas brasileiros, é exatamente o que o trabalhador, pai de família, pratica no dia a dia. É um tema que me motiva a comentar sobre economia, mesmo não sendo especialista. A prática popular, que tem seu fundamento, é “não gastar além de seu salário”. Então, a economia praticada pela população deveria servir de exemplo aos eleitos para enquadrar a despesa na receita. E isso em todos os níveis. Li uma entrevista, ontem, no Correio Brasiliense (CB), com o presidente do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), Carlos Von Doellinger, em que faz análise sobre os problemas brasileiros. Respondeu diversas perguntas que compilei o que considero o “resumo da ópera”. Leiam: “Estado brasileiro está disfuncional e inchou. Os gastos não pararam de crescer. Gasta-se muito e gasta-se mal”. Como sou repetitivo, insisto em me espelhar no consumidor brasileiro. Em todas as crises econômicas acontecidas no Brasil, por má gestão pública, ele eliminou os gastos considerados supérfluos, procurou “pechinchar” preços dos produtos essenciais à vida e acabou derrubando a arrecadação. Até aí o cidadão comum, aquele que realmente paga os impostos, deu o recado aos governos. Mas não foi entendido. Tanto é verdade que, nos últimos dois anos, a arrecadação do bolo nacional diminuiu, enquanto o governo aumentou o gasto em quase 25%. Baixa o bolo e aumenta o gasto. É claro que o comércio e a indústria sentiram o peso e passaram a diminuir a máquina. O desemprego aumentou (são 13 milhões de brasileiros) diminuindo ainda mais, a arrecadação com a Previdência. Antigamente, era necessário quatro trabalhadores, com carteira assinada, para pagar um aposentado. Agora, pelo que se sabe, está um por um. É claro que a Previdência está estourada. É claro que isso não se corrige de uma hora para outra. Precisamos de ações concretas, entre elas, a redução da máquina pública, que trará redução do gasto público. Aí entra a velha política. Como irão deixar de lado “os parceiros políticos”, que lhe darão respaldo nas reformas? Pois bem, o mesmo cidadão presidente do IPEA, afirma que a privatização é necessária, porém ressalvando que a Caixa, Banco do Brasil e Petrobras devem ficar de fora porque são estratégicos. Agora, afirma: "O governo, por exemplo, tem R$ 700 bilhões de ativos imobiliários que não rendem nada. Isso também faz parte da realização. É o ajuste patrimonial”. E aí que está o problema: Quantos “cabos eleitorais” estão alocados nestes patrimônios, recebendo salários vultuosos (alguns deles) e só causam gastos? Não arrecada nada? Diminuir a máquina é solução.

A disputa de vaidade e poder continuam
Não analiso de outra maneira o que está acontecendo no Brasil. Cada um quer mostrar (ou parecer?), ser um ente superior, acima da lei, tomando decisões que não estão a altura do cargo. Foi o caso do ministro Alexandre de Moraes, ao querer impor censura à imprensa. O bicho pegou e o pau comeu. Isso prova, outra vez, que nossas instituições estão funcionando. Não há ambiente para “golpe” como algumas cabecinhas, viúvas da ditadura, estão sonhando. A prática usada pelos ditadores é conhecida, censurar a imprensa. Não é exclusividade brasileira. Quando o cidadão não pode opinar e muito menos não sabe o que está acontecendo, fica vinculado apenas às notícias oficiais. Aliás, para não sermos injustos, o Lula tentou “regular” a prática jornalística. Não conseguiu. A imprensa já tem uma lei que a regule. Muitos jornalistas e órgãos de imprensa, já sofreram sanções da lei. Pois bem, para não fugirmos do tema em apreço, a repercussão foi tão grande que Alexandre voltou atrás na “decisão autoritária”. A democracia funcionou com a reação das instituições que se posicionaram contrárias à decisão estapafúrdia. Opinião de Celso de Mello: “A decisão é ilegítima e incompatível com o regime de liberdades fundamentais consagrado pela Constituição da República”. Marco Aurélio Mello se referiu a decisão de Alexandre como: “Mordaça, mordaça”. Deu um conselho: “acho salutar que o ministro reveja a decisão antes que ela chegue ao Plenário do Supremo”. Para um bom entendedor, meia palavra basta. Lá, ela será derrubada. Apenas para relembrar, Alexandre de Moraes fez parte de governo do PSDB, partido ao qual foi filiado. E assumiu o Ministério da Justiça, de Temer, que o indicou para o Supremo, porque PMDB e PSDB se uniram na cassação de Dilma Rousseff. Tirem as conclusão. Certo?             



 

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Sol e vens continuam seu caminho unidos em leão ainda motivando seu coração. Lua e mercúrio em virgem melhoram as relações de trabalho e possibilitam acordos de negócios. planos e projetos em alta.

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Mercúrio e lua em virgem e ainda seu regente unido ao sol em leão abrem espaços em sua vida para um novo amor entrar. Se já for comprometido, melhora sensivelmente seu relacionamento. Finanças em alta.

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Venus e sol em seu signo continuam agindo positivamente em sua vida, especialmente a amorosa e financeira. Mercúrio unido à lua aumenta ainda mais as possibilidades de bons acordos de negócios e ganhos financeiros.

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Mercúrio e lua em virgem aceleram seus projetos e planos futuros e assuntos relacionados a viagens longas e contato com estrangeiros. Fase de grande otimismo e espiritualidade renovada. Amor em alta.

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Venus e sol em leão continuam mobilizando contatos e parcerias e melhorando seus relacionamentos afetivos e de amizades. A fase é das melhores. Cuidado apenas para não se deixar levar por pensamentos negativos.

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O trabalho continua sendo beneficiado pela passagem de Venus e do sol pelo signo de leão. Mercúrio e lua em virgem mobilizam seus relacionamentos pessoais e parcerias comerciais. Amor em alta.