Bagé / RS, Sábado, 17 de Novembro de 2018
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Edgar Muza | Bagé/RS
Coluna: Política
Perfil: Radialista, comentarista de política e de notícias de geral. Liderança reconhecida nas áreas de saúde e de Carnaval.
Política

Todos os segmentos dão seus palpites

Estamos na reta final, ou na última semana, antes do segundo turno da eleição. É natural que os economistas, que estão sempre de plantão, deem seus “palpites” sobre ações que deverão ser tomadas logo após a posse do novo presidente. Manchete que li em relação às ações que deveriam serem rápidas para evitar turbulência na economia. Achei interessante o termo “evitar turbulência na economia”. Como se nossa economia, por má gestão, não esteja em turbulência há muito tempo. Quem alertou para os perigos do cenário internacional foi o atual presidente do Banco central, Ilan Goldfajn, que “é considerado responsável pelo controle da inflação e dos juros”. Ora bolas, antes da eleição, o Henrique Meirelles era o “cara” com respeito internacional. Agora, mudou. Após a 'débâcle' eleitoral, ele saiu de cena quase que imediatamente. Pois bem, já que todo mundo têm direito de opinar, lá vou eu, leigo no tema, meter minha colher. Os verdadeiros responsáveis pelo controle da inflação foram os consumidores que aprenderam a comprar. A buscar preços a “pechinchar”. O desemprego aliado aos empregados “com receio de serem demitidos”, trataram de comprar produtos mais baratos e forçar a baixa de preços. Enquanto isso, o governo gastava mais do que arrecadava. Isso sim gerava o déficit. Porém, e sempre tem um porém, para evitar a “deflação” que é tão nociva quanto à inflação, encontrou no aumentos dos combustíveis a solução para seus problemas. E colocou a “culpa” como sempre, nas variações do dólar, com a consequente desvalorização do real. A declaração do atual presidente do Banco Central só não toca na verdadeira causa: “aumento do gasto e da dívida pública”. A população deu o exemplo e passou a consumir apenas o necessário para sobrevivência. O governo a gastar mais e mais em sua máquina. Então, já que todo mundo está dando palpites sobre as ações que o próximo governo deve tomar logo após sua posse, me atrevo a dar a minha, que é bem antiga e conhecida. Diminua os ministérios em 50%. Não ocupe todos os cargos públicos disponíveis. Corte de imediato as viagens que reduzirão as diárias e benesses. Mande de saída para o Congresso um projeto para que os repasses aos demais poderes, Legislativo e Judiciário, tomem por base a arrecadação e não o orçamento aprovado. Por exemplo, a arrecadação de janeiro servirá de base para o repasse de fevereiro aos demais poderes. E olhe que nem estou querendo que o percentual seja diminuído. Apenas que ele incida sobre a arrecadação. A base é a economia doméstica: não se gasta mais do que se arrecada. Claro que os políticos poderão reagir. Agora, com a renovação de quase 50% do Congresso, isso até pode ser passível de aprovação. Será no início do governo, onde os legisladores novos ainda não estão contaminados pelas máquinas partidárias. E a velhas raposas foram eliminadas pelo voto popular. Conselho de um leigo.
       Quem quer ganhar eleição busca parcerias Na política atual brasileira, composições partidárias não contêm nenhum fenômeno. Faz parte do jogo. Ideologia políticas terminou quando implantaram a ditadura no país. De lá para cá, o que vale é a busca do poder. O único caso isolado é o do Jair Bolsonaro. Ele começou sua campanha para presidente da República bem lá atrás e praticamente sozinho. Tanto é verdade que deixou para escolher o partido para se filiar na última hora. Sua ascensão foi meteórica e baseada na descrença dos eleitos com a política vigente. Até agora, não “abriu a guarda”. Pois bem, mas com seu sucesso no primeiro turno, muitos candidatos a governadores de diversos estados brasileiros, logo após o primeiro turno, declararam que votariam nele. Assim foi Doria, em São Paulo. Acontece que o sucesso de Jair pode refletir no candidato que o apoiar. Pois bem, é exatamente o que se sente nas conversas do dia a dia com eleitores de Bagé. José Sartori atual governador também abriu seu voto para Bolsonaro e conquistou a adesão de outros partidos importantes. Ônix Lorenzoni, coordenador da campanha de Bolsonaro no Rio Grande do Sul, na quinta-feira, em ato público passou a apoiar o governador. Junto com ele veio o PSL e individualmente o Jairo Jorge (PDT). O candidato Eduardo Leite, por sua vez, agregou SD, PV, e alguns dissidentes de outros partidos.  Como se diz, em cancha reta “é uma penca de mano”. Vamos ver quem tem mais capacidade para conquistar mais votos. Tá lindo de se ver. Portanto, não fique de fora da decisão. Vá votar. Não anule nem vote em branco.

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Sol e vens continuam seu caminho unidos em leão ainda motivando seu coração. Lua e mercúrio em virgem melhoram as relações de trabalho e possibilitam acordos de negócios. planos e projetos em alta.

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