Bagé / RS, Terça-feira, 23 de Outubro de 2018
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Edgar Muza | Bagé/RS
Coluna: Política
Perfil: Radialista, comentarista de política e de notícias de geral. Liderança reconhecida nas áreas de saúde e de Carnaval.
Política

Visão Geral em tópicos

  Neste 20 de setembro compilei algumas informações interessantes que divido com os leitores. A primeira delas diz respeito a levantamento publicado pelo Ministério Público Eleitoral. “Baseado na Lei da Ficha Limpa, MP Eleitoral impugna 749 candidaturas”. Que bom. É uma renovação garantida. Eles não poderão concorrer. Portanto, não correremos o risco de ter que aturar a volta de alguns corruptos. Esse número de impugnações foi baseada apenas na Lei de Ficha Limpa. Parte delas porque o candidato foi condenado pela Justiça. Outras, por rejeição de prestação de contas que não seguiram o que dita a lei. Busquei me informar se algum deles fazia parte do grupo de legisladores (240) que receberam “ajuda” de campanha (apelido que deram à propina) nas últimas eleições. São denúncias das próprias empreiteiras, usando a delação premiada. Então, a qualquer momento, poderemos ter a divulgação de outras impugnações. O que precisamos é que o cidadão não se omita de votar. Aproveite as impugnações da Justiça e “impugne”o candidato que você ajudou a eleger e que não se comportou devidamente. E têm muitos que podem ser banidos. Certo! Quando o barco está afundando, saltam fora O ditado é outro, mas não quero parecer grosseiro. O que já começa a ser pensado, eu diria que começou desde o início, porque muitos não concordaram com algumas composições para ganhar a eleição. Os políticos de plantão, visando continuar nas “bocas”, já estão preparando os apoios para o segundo turno da eleição. É a manchete que li, extraída da coluna Esplanada, escrita por Leandro Mazzini, Jornal o Dia, do Rio: “Centrão começa a prospectar apoio aos concorrentes em eventual segundo turno”. Estão abandonando, e já faz um bom tempo, a candidatura de Geraldo Alckmin, porque “as pesquisas não mostram crescimento do candidato do PSDB”. Não deveria ser nenhuma surpresa. É isso que acontece em um país cujo poder está em primeiro lugar. Poder que é perseguido pela maioria, baseado em nossa lei eleitoral. No Brasil, é permitido “de tudo um pouco” em busca do poder. Os grandes “caciques” do PP, PRB e Solidariedade já estão se manifestando sobre o segundo turno e no apoio a Bolsonaro ou Haddad. O DEM há muito tempo não se manifesta, porque a aceitação de entrar na composição não foi unânime. Eu agregaria um outro detalhe que pode ser importante. Fernando Henrique, tido como a liderança maior do PSDB, desde o início “botou minhoca” na candidatura de seu partidário Alckmin. Declarou publicamente: "Ele (Geraldo) tem que reagir nas pesquisas”. Todos sabem que o candidato de F.H.C. era o Doria, que perdeu na convenção partidária. Até agora Alckmin está estagnado. Sua campanha não evolui. Eu colocaria mais pimenta no mocotó do candidato: também, vejam os partidos que o apoiam? Faz mais de dois meses que Fernando Henrique está desaparecido. Não abre a boca para nada. E mais um detalhe: o Lula, ao anunciar a candidatura em Haddad para vice, teria afirmado que: “Haddad é um liberal que tem diálogo livre com Fernando Henrique”. Então, não precisa explicar mais nada. Está tudo explicado. Tem um porém: e se o segundo turno não for alcançado? E se os dois candidatos que disputarão a eleição não forem os que hoje lideram as “tais pesquisas”? Não seria nenhuma surpresa. Pelo menos para mim que já vi de tudo em eleição. Afinal de contas, são mais de 65 milhões de eleitores que ainda não se decidiram se irão votar ou em quem votarão. Concordam?             Reforma partidária e eleitoral já! É necessário, para a sobrevivência da política, que agilizem as reformas - partidária e eleitoral. Não é possível convivermos com união entre partidos radicalmente antagonistas com o único objetivo de assumir o poder. O exemplo que está sendo seguido foi criado pela ditadura e montado pela cabeça pensante de então Golbery do Couto e Silva. Unir Sarney (Arena) com Tancredo (MDB) foi o início de tudo isso. Teve continuação com Fernando Henrique que se uniu com o PFL de Antônio Carlos Magalhães. E chegou no então líder sindical Lula, que trouxe para seu lado o Sarney. Sou apologista de que cada partido concorra individualmente, sem composição. Quem tiver mais votos seja colocado na cadeira presidencial. Sem segundo turno e sem composições. Eu torço para que haja renovação no Congresso. Depende de nós, eleitores. Não deixe de votar. Não anule nem vote em branco. Se for o caso, não repita seu voto. Podemos, sim, mudar a política e os políticos. E, penso, a hora é agora. Ou não?

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Sagitário

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Capricórnio

Mercúrio e lua em virgem aceleram seus projetos e planos futuros e assuntos relacionados a viagens longas e contato com estrangeiros. Fase de grande otimismo e espiritualidade renovada. Amor em alta.

Aquário

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