Bagé / RS, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017
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Edgar Muza | Bagé/RS
Coluna: Política
Perfil: Radialista, comentarista de política e de notícias de geral. Liderança reconhecida nas áreas de saúde e de Carnaval.
Política

Tem muita coisa que o leigo não entende

É claro que cada colunista emite opinião, muitas vezes diferente, sobre um mesmo tema. É o meu caso, confesso. No entanto, tento seguir a máxima de Nélson Rodrigues que afirmava: “A unanimidade é burra”. O assunto de hoje não foge à regra, foi provocado pelo editorial do Jornal do Brasil, leiam: "O que o Rio precisa é que o dinheiro roubado seja devolvido ao Estado”. Tem sua lógica, mas a decisão não é plausível dentro das leis vigentes. O que é uma lástima. Vejamos. O roubo monumental já está comprovado. Tanto é verdade que a Justiça está determinando multa a ser paga pelo ex- governador. Até hoje ainda não se sabe o tamanho do rombo causado por corruptos. Inclusive nas reformas do velho Maracanã. Atualmente passa de 10 bilhões. Há uns dias foi noticiado o “bloqueio dos bens”, não só de Sérgio Cabral, preso em Bangu, quanto do atual governador, Pezão, e do ex- prefeito Eduardo Paes. Pois bem, o que o editorial prega tem seu fundamento na lógica, mas a lei não permite. Leiam parte da opinião do jornal: “O que o governo do Estado do Rio deveria fazer, no lugar de pedir ajuda à União, é processar todos os executivos já denunciados e que tiveram seus roubos comprovados, pedindo na Justiça a preferência no recebimento do ressarcimento”. Para mim, uma decisão independe da outra. Pedir ao Governo atual, Pezão, que peça preferência para recebimento dos “bens bloqueados” quando seus próprios bens estão no meio da decisão judicial, é querer demais. Agora poderia solicitar que os bens bloqueados servissem de garantia para um novo financiamento, acredito ser possível. Afinal de contas, a maioria dos governadores não usa os depósitos judiciais, que pertence a particulares, aguardando decisão da Justiça, para cumprir seus compromissos, principalmente com os funcionários? Usam. Por que não poderia usar os bens bloqueados que, segundo consta, são frutos de corrupção? O financiamento colocaria os funcionários em dia e ajudaria a diminuir a pressão. Mas sem abandonar o projeto que tramita no Congresso, cuja decisão será demorada. Caso seja aprovado e o Estado se enquadre nas exigências do governo central, tudo ficaria mais fácil. Repito: é a opinião de um leigo, mais um. No entanto, ninguém pode dizer que não há lógica na proposta. Pelo visto, o Estado que mais rapidamente se enquadrará nas exigências da União é o Rio Grande do Sul. Embora a pressão dos sindicatos e partidos que defendem a estatização não aceitem o projeto de privatizações, a luta pela aprovação na Assembleia será “guerra campal”. O governo do Estado não consegue sequer o apoio da sua base. E agora perdeu mais um aliado (PDT) e não consegue trazer o PTB para sua base. Partido que também tem seu maior líder no Estado, Zambiazi, envolvido em denúncias de enriquecimento ilícito. Como afirma o dr. Abero, o baile não pode parar. Ou no popular: "guerra é guerra”. Ou não?

Aberta sindicância sobre vazamentos
Têm decisões que não dá para entender. A bola da vez são os vazamentos. Faz tempo que os políticos corruptos querem questionar sobre o tema. Eles querem é anular os depoimentos, que estão em segredo de Justiça, mas vazam para a população. Ora, quem não sabe que isso pode acontecer de diversas maneiras. Os próprios corruptos abastecem a imprensa, que divulga, depois eles questionam sugerindo que as “declarações não tenham validade”. Embora comprovadas posteriormente. Poucos atribuem o vazamento à imprensa investigativa. Pois bem, leiam: "A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, decidiu, nesta quarta-feira (19), abrir uma sindicância para apurar a quebra de sigilo das decisões do ministro Edson Fachin sobre as delações de ex-diretores da empreiteira Odebrecht. Um grupo de trabalho foi instituído e deverá concluir a apuração em 30 dias. As decisões do ministro, que abriu inquéritos contra parlamentares citados nas delações, foram assinadas no dia 4 abril e estavam previstas para serem divulgadas nesta semana, após o feriado de Páscoa. No entanto, todos os arquivos do processo e as íntegras das decisões de Fachin foram publicadas na semana passada pelo jornal O Estado de S. Paulo”. Mais uma pedra no caminho. Os corruptos encontram motivos para ajudar na demora da decisão. Eles querem empurrar com a barriga e evitar que seja concluído antes da próxima eleição. Gilmar Mendes está quieto, mas seus argumentos estão sendo usados. Ele afirmou “ser possível que as declarações que vazaram serem excluídas do processo”. Só nos resta uma alternativa, não votar em denunciados. Senão boa parte deles será reeleita. Concordam ou não? 

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Sol e vens continuam seu caminho unidos em leão ainda motivando seu coração. Lua e mercúrio em virgem melhoram as relações de trabalho e possibilitam acordos de negócios. planos e projetos em alta.

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Sagitário

O sol e Venus em leão continuam ativando seus estudos e as viagens podem se tornar seu foco neste momento. Carreira e vida profissional em alta, com possibilidade de novos projetos ou propostas de trabalho.

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Mercúrio e lua em virgem aceleram seus projetos e planos futuros e assuntos relacionados a viagens longas e contato com estrangeiros. Fase de grande otimismo e espiritualidade renovada. Amor em alta.

Aquário

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Peixes

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